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P,D&I

CPqD obtém credenciamento da ANP

26/03/2015 | 11h29

O CPqD teve três unidades de pesquisa credenciadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) - o que o habilita a executar projetos com recursos provenientes das cláusulas de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação existentes nos contratos de concessão do setor. De acordo com a regulamentação vigente no Brasil, as empresas com contratos para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural devem investir 1% da receita bruta em P&D - parte da qual realizada por instituições credenciadas pela ANP. O total dos investimentos desse tipo no país é da ordem de R$ 1,2 bilhão ao ano.

Para se habilitar a utilizar esses recursos no desenvolvimento de projetos na área, as instituições de pesquisa precisam fazer o credenciamento na ANP. Segundo a agência reguladora, esse é “o reconhecimento formal de que a instituição atua em atividades de pesquisa e desenvolvimento em áreas de relevante interesse para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis e que possui infraestrutura e condições técnicas e operacionais adequadas para seu desempenho”.

No caso do CPqD, esse reconhecimento contempla as três unidades de pesquisa - com várias linhas de pesquisa - credenciadas pela ANP. São elas: Tecnologias de sensoriamento óptico e monitoração remota, Sistemas de comunicações (abrangendo Sistemas e componentes ópticos, Comunicações sem fio e Tecnologias de controle e inteligência de sistemas) e Materiais, sustentabilidade e sistemas de energia (que inclui as linhas de pesquisa Sistemas de energia, Degradação de materiais, Desempenho de materiais e sustentabilidade e Aplicação de materiais).

“Com o credenciamento na ANP, o CPqD poderá aplicar o conhecimento tecnológico que detém nessas áreas para desenvolver soluções específicas para o setor de óleo e gás”, afirma Alberto Paradisi, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da instituição. “E isso será feito dentro da nossa estratégia de estabelecer parcerias com empresas do setor interessadas em oferecer ao mercado soluções baseadas em tecnologia nacional”, acrescenta.



Fonte: Redação / Assessoria
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