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Energia elétrica

CPFL Energia pode valer até R$ 9 bilhões na bolsa

08/09/2004 | 00h00

A CPFL Energia, holding do setor elétrico que se prepara para lançar ações na bolsa no fim do mês, poderá ter um valor de mercado entre R$ 7,7 bilhões e R$ 9 bilhões. As cifras resultam de uma avaliação feita pelos bancos que coordenam a operação - Merrill Lynch e Pactual - e serviram de base para indicar o intervalo de preço em que o papel poderá ser vendido aos investidores: entre R$ 17 e R$ 20 por ação ordinária. Embora a faixa seja apenas indicativa, em geral o preço de lançamento costuma ficar dentro dela.
Com esse valor de mercado, a CPFL ficará entre as 25 maiores companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Outras empresas de porte semelhante são Unibanco, Pão de Açúcar, Banespa, Souza Cruz e Votorantim Celulose e Papel, segundo a Economática. Entre as empresas do setor elétrico, ela será a segunda maior da bolsa, atrás apenas da Eletrobrás.
Em princípio, serão ofertados aos investidores 10,52% do capital total da companhia, que só tem ações ordinárias. Se for considerado o preço médio de R$ 18,50 por ação, a operação poderá totalizar R$ 878,7 milhões.
A maior parte das ações, correspondentes a R$ 732,2 milhões (sempre tomando como base a cotação de R$ 18,50), será vendida pela própria companhia. Do total captado, a empresa pretende investir R$ 350 milhões em duas usinas de geração de energia - Foz do Chapecó e Ceran - e também na modernização de pequenas centrais hidrelétricas. O restante dos recursos poderá ser aplicado em expansões futuras, aquisições de outros negócios e capital de giro.
Outra porção das ações será vendida pelos acionistas controladores da CPFL, que reduzirão ligeiramente a sua participação . A VBC Energia, principal acionista da elétrica, é uma associação entre Votorantim, Bradesco e Camargo Corrêa. A 521 Participações é uma empresa da Previ e a Bonaire representa os fundos de pensão Petros, Funcesp e Sistel. Juntos, os acionistas venderão cerca de R$ 146 milhões em ações.
O percentual de ações vendido e, consequentemente, o valor captado poderão aumentar em duas situações. A companhia e os seus acionistas poderão elevar em até 20% o total vendido, se assim decidirem durante o processo. Além disso, foi concedida aos bancos coordenadores da oferta uma opção para colocar uma tranche adicional de 15% do total para atender a um eventual excesso de demanda. Se as duas situações se confirmarem, a operação total poderá chegar a R$ 1,2 bilhão.
A empresa iniciou untem uma série de apresentações da oferta a potenciais investidores. Os papéis começam a ser negociados no dia 29 de setembro. Os investidores de varejo, a quem foi reservada uma fatia de 20% das ações ofertadas, poderão fazer seus pedidos de reserva de 14 a 24 de setembro.
A CPFL será negociada na Bovespa e também na Bolsa de Nova York, sob a forma de ADS (recibo de depósito de ações). Cada ADS equivalerá a três ações. Na bolsa brasileira, onde a companhia será listada no Novo Mercado, seu código será "CPFE3". Nos EUA será "CPL".



Fonte: Valor Econômico
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