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Negócios

CPFL deve associar-se à Ersa para criar líder em fontes renováveis

18/04/2011 | 10h58
A CPFL Energia deve anunciar em breve uma associação com a Ersa, empresa de geração de energia elétrica de fontes renováveis, para a criação de uma nova companhia, a CPFL Renováveis, que deverá liderar o setor no país. Na nova companhia, a CPFL Energia terá participação majoritária. Nenhum dinheiro será desembolsado na transação.
 
 
Procurados, a CPFL e o fundo Pátria Investimentos, que é o gestor da Ersa, preferiram não se pronunciar.
 
 
A ideia é reforçar a CPFL Renováveis de forma a preparar a empresa para uma emissão pública inicial de ações (IPO) futura, que daria saída, inclusive, para os inúmeros fundos de participação que hoje têm fatia do capital da Ersa, empresa com cerca de três anos de atividade.
 

A CPFL Renováveis terá 18 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e 11 parques eólicos em operação, construção ou de projetos que virão da Ersa. A CPFL entra com todos seus ativos de energia renovável, inclusive as quatro usinas eólicas já operando e projetos da Siif Énergies, adquirida na semana retrasada por R$ 1,5 bilhão. Ao todo, a CPFL já investiu R$ 3 bilhões em energia eólica. A empresa patrocina projetos também de geração de energia com biomassa e PCHs.
 
 
Não é de hoje que CPFL Energia, controlada pela Camargo Correa e pelo fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ), ambiciona ser líder em energias renováveis. O presidente da companhia, Wilson Ferreira Jr., deixou claro já em meados do ano passado que os investimentos no setor estavam apenas começando.
 

O Fundo Brasil Energia, gerido pelo BTG Pactual, pagou R$ 300 milhões em outubro de 2009 para ficar com 23% de participação na Ersa. No fundo estão os fundos de pensão Petros, Funcef, Fapes, Real Grandeza, Infraprev, Banesprev, além do BNDESPar, do BB-BI, e além dos recursos do próprio BTG Pactual.
 
 
Os outros fundos que participam do capital da Ersa são o Eton Park, o Pátria Investimentos, o GMR, o banco de desenvolvimento alemão DEG, além do BBI FIP, administrado pelo Banco Bradesco de Investimento (BBI).


Fonte: Valor Econômico
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