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Cosan melhora margens e lucra R$ 283 milhões

08/11/2012 | 17h11

 

O grupo Cosan, um dos maiores conglomerados do país, com atuação na área de infraestrutura e energia, anunciou receita líquida de R$ 7 bilhões no segundo trimestre do ano fiscal 2012/13 (de julho a setembro), um aumento de 2,9% em relação ao resultado apresentado no mesmo período do ano anterior. A companhia reportou lucro líquido de R$ 283,2 milhões, valor quatro vezes superior ao mesmo período reportado do ano passado, de R$ 63,2 milhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 719,4 milhões, crescimento de 6,2% na comparação com o mesmo período do ano-fiscal 2011/12.
O bom desempenho da companhia reflete a eficiência de suas operações e a melhora nas margens das unidades de negócios do grupo. Nos últimos meses, a Cosan, maior produtora de açúcar e álcool do país, passou por mudanças em seu portfólio de negócios, com o objetivo de reduzir sua exposição às adversidades dos mercados. A divisão de combustíveis representa 80% de seus negócios. A companhia incorporou a Comgás às suas operações, após a compra de 60,1% da empresa.
De acordo com a companhia, a partir deste trimestre a Radar Propriedades Agrícolas passa a ser consolidada nos resultados da Cosan. O novo segmento de negócios atua no investimento em propriedades agrícolas bem como no gerenciamento de terras.
A receita líquida da Raízen Combustíveis, unidade de distribuição e comercialização de combustíveis, criada a partir da joint venture entre Cosan e Shell, com 50% cada uma, atingiu receita de R$ 10,9 bilhões, crescimento de 10,2% na comparação anual. O resultado reflete a expansão de 4,8% no volume de combustíveis vendidos entre os meses de julho e setembro de 2012, em razão do aumento da frota de automóveis. Essa divisão registrou Ebitda de R$ 375,5 milhões de julho a setembro de 2012, 26,5% superior ao mesmo período de 2011. A margem Ebitda apresentou variação positiva de 20,5%. A companhia ressaltou que neste trimestre a Raízen Combustíveis acelerou o processo de troca das bandeiras dos postos "Esso" para "Shell". Atualmente, 83% da rede já foi convertida para a marca.
Em 30 de setembro de 2012, a dívida bruta consolidada da Cosan era de R$ 5,4 bilhões sem alterações frente ao saldo do primeiro trimestre do ao fiscal 2012/13. As dívidas da Raízen - consolidadas proporcionalmente 50% na Cosan - atingiram R$ 6,3 bilhões ao final do segundo trimestre, sem variação em relação ao saldo apresentado no trimestre anterior. No fim deste trimestre, a disponibilidade de caixa da Cosan era de R$ 1,9 bilhão, comparado com R$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre. A alavancagem da companhia é 1,4 vez o Ebitda.
O resultado anunciado ficou em linha com os analistas consultados pelo Valor. Os relatórios da Bradesco Corretora e Ágora mostram que a última linha do balanço da companhia deverá apresentar lucro líquido de R$ 239 milhões, representando mais que o triplo do montante registrado no mesmo período do ano passado. A receita líquida para o segundo trimestre estava estimada em R$ 7,02 bilhões.

O grupo Cosan, um dos maiores conglomerados do país, com atuação na área de infraestrutura e energia, anunciou receita líquida de R$ 7 bilhões no segundo trimestre do ano fiscal 2012/13 (de julho a setembro), um aumento de 2,9% em relação ao resultado apresentado no mesmo período do ano anterior. A companhia reportou lucro líquido de R$ 283,2 milhões, valor quatro vezes superior ao mesmo período reportado do ano passado, de R$ 63,2 milhões.


O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 719,4 milhões, crescimento de 6,2% na comparação com o mesmo período do ano-fiscal 2011/12.


O bom desempenho da companhia reflete a eficiência de suas operações e a melhora nas margens das unidades de negócios do grupo. Nos últimos meses, a Cosan, maior produtora de açúcar e álcool do país, passou por mudanças em seu portfólio de negócios, com o objetivo de reduzir sua exposição às adversidades dos mercados. A divisão de combustíveis representa 80% de seus negócios. A companhia incorporou a Comgás às suas operações, após a compra de 60,1% da empresa.


De acordo com a companhia, a partir deste trimestre a Radar Propriedades Agrícolas passa a ser consolidada nos resultados da Cosan. O novo segmento de negócios atua no investimento em propriedades agrícolas bem como no gerenciamento de terras.


A receita líquida da Raízen Combustíveis, unidade de distribuição e comercialização de combustíveis, criada a partir da joint venture entre Cosan e Shell, com 50% cada uma, atingiu receita de R$ 10,9 bilhões, crescimento de 10,2% na comparação anual. O resultado reflete a expansão de 4,8% no volume de combustíveis vendidos entre os meses de julho e setembro de 2012, em razão do aumento da frota de automóveis. Essa divisão registrou Ebitda de R$ 375,5 milhões de julho a setembro de 2012, 26,5% superior ao mesmo período de 2011. A margem Ebitda apresentou variação positiva de 20,5%. A companhia ressaltou que neste trimestre a Raízen Combustíveis acelerou o processo de troca das bandeiras dos postos "Esso" para "Shell". Atualmente, 83% da rede já foi convertida para a marca.


Em 30 de setembro de 2012, a dívida bruta consolidada da Cosan era de R$ 5,4 bilhões sem alterações frente ao saldo do primeiro trimestre do ao fiscal 2012/13. As dívidas da Raízen - consolidadas proporcionalmente 50% na Cosan - atingiram R$ 6,3 bilhões ao final do segundo trimestre, sem variação em relação ao saldo apresentado no trimestre anterior. No fim deste trimestre, a disponibilidade de caixa da Cosan era de R$ 1,9 bilhão, comparado com R$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre. A alavancagem da companhia é 1,4 vez o Ebitda.


O resultado anunciado ficou em linha com os analistas consultados pelo Valor. Os relatórios da Bradesco Corretora e Ágora mostram que a última linha do balanço da companhia deverá apresentar lucro líquido de R$ 239 milhões, representando mais que o triplo do montante registrado no mesmo período do ano passado. A receita líquida para o segundo trimestre estava estimada em R$ 7,02 bilhões.



Fonte: Valor Econômico
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