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Balanço

Copesul supera o recorde de 2004 e lucra R$ 615 milhões

01/02/2006 | 00h00

A Copesul enfrentou um ambiente de alta volatilidade em 2005, com preços elevados das matérias-primas, e uma parada programada de manutenção que interrompeu a produção da Planta 2 durante 32 dias. Ainda assim, encerrou o exercício com um lucro líquido societário ajustado, antes das participações, de R$ 615,5 milhões. O resultado é 3,7% superior ao de 2004 (R$ 593,5 milhões), até então o melhor da empresa.

O diretor da companhia Bruno Albuquerque Piovesan ressalta que este foi "um resultado superior em um ano de altos e baixos para a petroquímica brasileira". 

A Companhia fechou o ano com uma receita bruta consolidada de R$ 7.348,3 milhões (2,7% acima de 2004) e um EBITDA de R$ 1.066,8 milhões (2,1% abaixo de 2004). A margem EBITDA foi de 19,0% contra 20,1% em 2004.

Valor de mercado - O valor da ação Copesul no mercado encerrou o exercício em R$ 31,35, levando o valor de mercado da empresa em 31 de dezembro para R$ 4.709,3 milhões, equivalentes a US$ 2.011,9 milhões (150.217.167 ações ordinárias).

Do resultado do ano, a Copesul destinou a seus acionistas R$ 563,3 milhões (equivalente a R$ 3,77 por ação), sendo R$ 464,1 milhões em dividendos e R$ 99,2 milhões a título de juros sobre o capital próprio.

A Copesul recebeu em 2005 o prêmio Destaque Cias. Abertas Economática, por ter sido a companhia brasileira que ofereceu melhor retorno a seus investidores.

Valor adicionado e ICMS

A contribuição da Copesul para o crescimento da economia nacional em 2005 é expressa pela geração de R$ 2.498,7 milhões em valor adicionado, índice 7,3% superior ao de 2004.

Conforme informa a assessoria da empresa, entre as empresas gaúchas, a Copesul contribuiu com aproximadamente 5,2% do ICMS arrecadado pelo governo estadual em 2005, o que representa R$ 591,5 milhões.

 Produção e vendas

Em 2005, a Copesul investiu R$ 170 milhões na atualização tecnológica e em melhorias operacionais de suas unidades. A empresa operou suas duas plantas industriais a uma capacidade média de 93,3% em razão da parada programada de manutenção da Planta 2, realizada no período de 7 de novembro a 9 de dezembro.

A empresa comercializou no período 2.744 mil toneladas de petroquímicos básicos, combustíveis e solventes, sendo que todo o volume de eteno e propeno foi consumido pelos clientes do Pólo Petroquímico do Sul. O volume exportado foi 6% superior ao de 2004, com faturamento recorde em dólares de US$ 286 milhões. Os Estados Unidos são o principal mercado importador da Copesul, consumindo 64,2% do volume. Em seguida aparece a Argentina, que consumiu 28,8% do volume exportado pela Companhia em 2005.

 Os co-produtos voltaram a ter peso significativo no resultado. Os preços do butadieno, por exemplo, valorizaram 41% no mercado norte-americano, repercutindo positivamente tanto nas vendas da Copesul para o mercado interno como nas exportações para Argentina, Ásia, Estados Unidos e África do Sul.

 No total, a Copesul produziu no ano passado 2.768 mil toneladas. A Planta 1 bateu seu recorde de produção de eteno, com 683,7 mil toneladas, e a produção de gasolina, de 160 mil toneladas, também foi recorde. O consumo de matérias-primas no período foi de 3.324,7 mil toneladas, distribuídos entre e nafta (74%) e condensado (26%). A Copesul importou 59% do volume consumido, especialmente de países da África e do Mercosul.  

Sustentabilidade

"A Copesul integra o novo Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, que reflete o retorno de uma carteira de ações de empresas com os melhores desempenhos nos três aspectos de desenvolvimento que compõem a sustentabilidade: econômico-financeiro, ambiental e social", informa a assessoria.

A empresa comemora, ainda, a classificação da empresa, pela sétima vez, como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, e também está entre as 100 melhores da América Latina. A comunidade interna é formada por cerca de 2.600 pessoas, entre colaboradores, contratados e estagiários.

Em relação ao público externo, a Copesul mantém programas permanentes que contribuem para o desenvolvimento sócio-econômico e cultural das comunidades. O Projeto Copesul Cultural investiu no ano passado mais de R$ 6 milhões em iniciativas que beneficiaram diversos municípios do Rio Grande do Sul.

Em 2005, a Copesul manteve o elevado padrão de gestão ambiental que a tornou referência mundial para o setor petroquímico. Os investimentos em processo e atualização tecnológica na área ambiental  chegaram a R$ 15,6 milhões no período. Somente na substituição do queimador (tip) da tocha (flare) da planta 2, que melhorou a eficiência do equipamento reduzindo a emissão de fumaça preta durante a queima dos gases, foram investidos R$ 5,4 milhões.



Fonte: Redação
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