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Balanço

Copesul lucra 17% menos em relação ao primeiro semestre de 2005

27/07/2006 | 00h00

A Copesul registrou lucro líquido de R$ 305,5 milhões no primeiro semestre de 2006, valor 17% menor do que o obtido no semestre anterior. O coordenador de controle da companhia, José Ribeiro Soares, ressalta, no entanto, que 2005 foi o ano de melhor resultado histórico da Copesul e que a comparação com este patamar "particularmente positivo" é naturalmente difícil.

Embora considere que o lucro de R$ 305,5 milhões reveler um bom desempenho da companhia, o executivo aponta o aumento do preço da nafta no mercado internacional, a entrada de novos competidores no mercado de resinas petroquímicas e o pouco crescimento econômico do país como fator de impacto no resultado da empresas.

Soares admite que a entrada de novos concorrentes - entre eles a Rio Polímeros - no mercado causa excesso de oferta a tendência a depreciação dos preços das resinas, dificultando o repasse do aumento da nafta. "Um novo concorrente abocanha parte do mercado e obriga a Copesul a exportar mais, o que significa mais custos operacionais em termos logísiticos", analisa.

O aumento da nafta, de US$ 500 por tonelada em 2005 para US$ 650 por tonelada em 2006, foi amenizado pela valorização do real, mas ainda assim resultou em um aumento de aproximadamente 10% no valor do principal insumo da Copesul. Além disso, as perspectivas de crescimento de PIB de 3,5% ou 4% são muito inferiores aos dos países emergentes que crescem uma média de 8%.

A empresa informa, ainda, que queda na margem de contribuição das vendas resultou em um Ebitda R$ 81 milhões menor que o registrado no primeiro semestre de 2005. "A margem de ganho, medida pela relação Ebitda por tonelada comercializada, recuou de R$ 469,00 de janeiro a junho de 2005 para R$ 386,00 no mesmo período de 2006, impactando negativamente os resultados deste primeiro semestre", se lê no comunicado enviado à imprensa.

A Copesul operou suas duas plantas à média de 96% de ocupação da capacidade instalada e consumiu 1,8 milhão de toneladas de matérias-primas, sendo 41,0% de nafta fornecida pela Petrobras, 31,4% de nafta importada, especialmente da Argentina, e 27,6% de condensado importado principalmente da Argélia.

Os clientes instalados no Pólo Petroquímico do Sul consumiram em volume 78,5% das vendas da Copesul neste  primeiro semestre, enquanto que 8,2% foram vendidos para outras regiões do Estado e do Brasil e 13,3% foram exportados, especialmente para Estados Unidos e países da América Latina e da Ásia.



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