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Empresas

Contenção de custos leva Petrobras a desistir de nova sede no RJ

22/08/2012 | 11h05

 

A Petrobras desistiu de comprar um terreno no centro do Rio de Janeiro que serviria para a ampliação da sua atual sede, por contenção de custos, disse na terça-feira (21) o diretor Corporativo e de Serviços da estatal, José Eduardo Dutra.
A compra seria uma das maiores transações do mercado imobiliário do Rio, já que o terreno onde atualmente funciona Quartel-General da Polícia Militar estava à venda por R$ 336 milhões.
"O terreno é ótimo e vizinho da atual sede. Mas as prioridades da empresa são outras", disse Dutra à "Reuters", após evento no Rio de Janeiro na terça-feira (21). "Já avisamos ao governo (do Estado do Rio) a desistência", acrescentou.
A área, de 13.500 metros quadrados, fica perto dos arcos da Lapa e próxima à sede da estatal, na Avenida Chile. A construção seria uma espécie de ampliação do edifício-sede atual.
A companhia tem crescido muito nos últimos anos e seus funcionários estão atualmente espalhados em 13 outros prédios no Rio. Hoje a companhia tem mais de 31 mil empregados em todo o estado.
A contenção de custos ocorre após um prejuízo de R$ 1,34 bilhão no segundo trimestre de 2012, o primeiro em 13 anos.
O resultado negativo ocorreu, segundo a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, em função da desvalorização do real, da defasagem de preços dos combustíveis no mercado interno, da queda de produção de petróleo e do aumento dos custos da companhia.

A Petrobras desistiu de comprar um terreno no centro do Rio de Janeiro que serviria para a ampliação da sua atual sede, por contenção de custos, disse na terça-feira (21) o diretor Corporativo e de Serviços da estatal, José Eduardo Dutra.


A compra seria uma das maiores transações do mercado imobiliário do Rio, já que o terreno onde atualmente funciona Quartel-General da Polícia Militar estava à venda por R$ 336 milhões.


"O terreno é ótimo e vizinho da atual sede. Mas as prioridades da empresa são outras", disse Dutra à "Reuters", após evento no Rio de Janeiro na terça-feira (21). "Já avisamos ao governo (do Estado do Rio) a desistência", acrescentou.


A área, de 13.500 metros quadrados, fica perto dos arcos da Lapa e próxima à sede da estatal, na Avenida Chile. A construção seria uma espécie de ampliação do edifício-sede atual.


A companhia tem crescido muito nos últimos anos e seus funcionários estão atualmente espalhados em 13 outros prédios no Rio. Hoje a companhia tem mais de 31 mil empregados em todo o estado.


A contenção de custos ocorre após um prejuízo de R$ 1,34 bilhão no segundo trimestre de 2012, o primeiro em 13 anos.


O resultado negativo ocorreu, segundo a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, em função da desvalorização do real, da defasagem de preços dos combustíveis no mercado interno, da queda de produção de petróleo e do aumento dos custos da companhia.

 



Fonte: Agência Reuters
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