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Produção Nacional

Consumo de gás natural cresceu 11,6% em 2014

14/04/2015 | 10h46
Consumo de gás natural cresceu 11,6% em 2014
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

O consumo médio de gás natural cresceu 11,6% em 2014, em comparação ao ano anterior, segundo dados da 94ª edição do Boletim Mensal da Indústria do Gás Natural, produzido pela Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME). No ano passado, a média do consumo final de gás natural chegou a 100 milhões de m³/dia, com aumento do consumo termelétrico, para a geração de energia elétrica, e também pela indústria.
Para suprir esse aumento no consumo, cresceram no ano passado a oferta nacional e a importada, mediante regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) e a importação direta da Bolívia e da Argentina. A oferta de gás nacional totalizou 48,3 m³/d, registrando expansão de 9,0%, equivalente a 4,0 milhões de m³/dia. Já a oferta de gás importado somou 51,71 m³/d. Nesse grupo, a regaseificação de GNL cresceu 36,8%, equivalente a 5,4 milhões de m³/d; e a importação de gás boliviano foi expandida em 3,4% ou 1,1 milhão de m³/d. A importação argentina foi marginal, de 0,18 m³/d.
A produção total nacional, que envolve o gás ofertado mais as reinjeções, queimas e utilizações no processo, entre outros, aumentou 13,2% no ano passado, um incremento de 10,2 milhões de m³/dia, atingindo média anual de 87,4 milhões de m³/dia. Em dezembro de 2014, foi atingido o recorde histórico de produção nacional, com a marca de 95,2 milhões de m³/dia. Nos meses de janeiro e fevereiro de 2015, a produção nacional superou esse patamar, de acordo com dados preliminares. Os dados consolidados serão divulgados posteriormente.
A 94ª edição do Boletim Mensal da Indústria do Gás Natural destaca que no final de 2014 o Terminal de Regaseificação da Bahia (TRBA), obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) recebeu registro a inauguração. O Terminal tem capacidade de regaseificação de 14 milhões de m³/dia. Também foi concluída a Unidade de Produção de Sulfato de Amônio, e a adequação da Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA), que possibilitou a expansão de sua capacidade para 20 milhões de m³/dia.

O consumo médio de gás natural cresceu 11,6% em 2014, em comparação ao ano anterior, segundo dados da 94ª edição do Boletim Mensal da Indústria do Gás Natural, produzido pela Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME). No ano passado, a média do consumo final de gás natural chegou a 100 milhões de m³/dia, com aumento do consumo termelétrico, para a geração de energia elétrica, e também pela indústria.

Para suprir esse aumento no consumo, cresceram no ano passado a oferta nacional e a importada, mediante regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) e a importação direta da Bolívia e da Argentina. A oferta de gás nacional totalizou 48,3 m³/d, registrando expansão de 9,0%, equivalente a 4,0 milhões de m³/dia. Já a oferta de gás importado somou 51,71 m³/d. Nesse grupo, a regaseificação de GNL cresceu 36,8%, equivalente a 5,4 milhões de m³/d; e a importação de gás boliviano foi expandida em 3,4% ou 1,1 milhão de m³/d. A importação argentina foi marginal, de 0,18 m³/d.

A produção total nacional, que envolve o gás ofertado mais as reinjeções, queimas e utilizações no processo, entre outros, aumentou 13,2% no ano passado, um incremento de 10,2 milhões de m³/dia, atingindo média anual de 87,4 milhões de m³/dia. Em dezembro de 2014, foi atingido o recorde histórico de produção nacional, com a marca de 95,2 milhões de m³/dia. Nos meses de janeiro e fevereiro de 2015, a produção nacional superou esse patamar, de acordo com dados preliminares. Os dados consolidados serão divulgados posteriormente.

A 94ª edição do Boletim Mensal da Indústria do Gás Natural destaca que no final de 2014 o Terminal de Regaseificação da Bahia (TRBA), obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) recebeu registro a inauguração. O Terminal tem capacidade de regaseificação de 14 milhões de m³/dia. Também foi concluída a Unidade de Produção de Sulfato de Amônio, e a adequação da Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA), que possibilitou a expansão de sua capacidade para 20 milhões de m³/dia.

 



Fonte: MME
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