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Projeção

Consumo de álcool superará gasolina em 2020

08/10/2007 | 00h00
Um estudo citado pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, durante o Seminário Tecnologias de Transportes - Cenários Energéticos até 2050, na sexta-feira (5/10), revela que o consumo de gasolina no país será inferior ao de álcool combustível em 2020. "Estamos anunciando aqui que o consumo de álcool vai corresponder à maior parte do mercado. Por isso, o mercado de álcool é vital para quem produz gasolina", disse Gabrielli.

Segundo o levantamento mencionado pelo presidente da Petrobras no evento, a participação de veículos com motores bicombustíveis na frota nacional de automóveis deverá chegar a 71,3% em 2020, enquanto, atualmente, representam pouco mais de 20%.

A manutenção da mobilidade da sociedade do futuro vai depender, cada vez mais, de soluções energéticas sustentáveis para o setor de transportes, um dos que mais crescem em escala global. Essa foi a tônica dos debates, promovidos pelo Comitê Brasileiro do Conselho Mundial da Energia (WEC, na sigla em inglês), na sede da Petrobras, no Rio.

Para contextualizar a realidade atual e lançar uma reflexão sobre os desafios futuros, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, lembrou que, historicamente, a humanidade tem buscado superação de suas limitações quanto à produção energética, principalmente, para atender à demanda de mobilidade e transporte de produtos.

"Isso aconteceu quando o ser humano controlou o fogo. Depois saiu do uso da madeira para a utilização do carvão; do óleo de baleia para o querosene, e do carvão para o petróleo", ressaltou.

Do ponto de vista internacional, o uso de energia para transporte tem crescido, segundo Gabrielli. Em 1971, um total de 26,5% do consumo de energia por tonelagem equivalente de petróleo foi destinado ao setor, demanda que cresceu para 30,5%, em 2005. O Brasil, disse o presidente da Petrobras, não ficou à margem desse fenômeno. O país usou 22,3% em 1970, enquanto em 2005 o consumo cresceu para 31,8%.

Apesar de incertezas para o futuro, sobretudo em relação aos preços, o executivo afirmou que o País está se preparando para assumir uma posição de destaque, em função da experiência adquirida com a produção de álcool para abastecer o setor de transportes. "O mercado de gasolina irá declinar", observou.


Fonte: Jornal do Commercio/
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