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Siderurgia

Consumo de aço no Brasil bate recorde no 1º semestre

12/08/2008 | 09h55

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), divulgados ontem (11), no Rio de Janeiro, o consumo de aço no país bateu recordes no primeiro semestre de 2008.

 

Segundo o IBS, o consumo aparente (vendas internas mais importações) de produtos siderúrgicos cresceu 21,5% no 1º semestre de 2008 em comparação com o mesmo período do ano passado, registrando nível recorde de 12,5 milhões de toneladas. “Esse crescimento foi liderado pelos setores da construção civil, automotivo e de bens de capital”, explicou, durante coletiva, o presidente do Instituto, Flávio Azevedo.

 

As vendas internas da siderurgia brasileira, acompanhando este crescimento, apresentaram também nível recorde de 11,5 milhões de toneladas, incremento de 18,4% na comparação com o 1º semestre de 2007. O aumento foi de 13% no setor de planos e no setor de longos, produtos destinados principalmente à construção civil, foi de 25,9%.

 

Tendo em vista a prioridade do mercado doméstico, a siderurgia brasileira reduziu em 32,6% suas exportações de produtos acabados, que atingiram ainda assim, o nível de 2,1 milhões de toneladas no 1º semestre do ano. As exportações de semi-acabados, no entanto, cresceram 16,2%, atingindo 3 milhões de toneladas. Isto possibilitou aumento de 3,2% na receita, cujo total foi de US$ 3,7 bilhões.

 

“Realizamos esse deslocamento para atender a demanda local, que é nossa vocação”, comentou Azevedo, ressaltando que a prioridade do setor é o atendimento do mercado interno.

 

As importações, refletindo o crescimento da demanda e condições favoráveis associadas à taxa de câmbio e alíquotas de importação reduzidas de alguns produtos siderúrgicos, atingiram 1 milhão de toneladas (+59%). A produção de aço bruto no semestre atingiu 17,4 milhões de toneladas, representando aumento de 6,9% em relação aos seis primeiros meses de 2007.


Para o presidente do IBS, se a economia brasileira mantiver, até 2015, um crescimento de 5% ao ano, o consumo aparente deve subir de 22 milhões de toneladas, registradas em 2007, para até 44 milhões de toneladas anuais. “No entanto, mesmo com essa previsão de aumento, não corremos o menor risco de desabastecimento”, afirmou.

 

Segundo Azevedo, no período de 2008 a 2013 serão investidos US$ 27,1 bilhões, para ampliar a capacidade de produção em 15,3 milhões de toneladas (Mt). Existem também projetos em andamento de novas empresas para o período de 2009 a 2013, da ordem de US$ 5,8 bilhões, elevando a capacidade instalada total para 22,1 Mt.  “Tudo isso, sem contar os projetos em estudos para o período após 2013, que podem representar um adicional de 17,5 Mt”, avaliou.

 

A previsão é de que a capacidade instalada alcance o volume de 80,6 milhões de toneladas, em 2015 ou 2016, para um consumo aparente de até 42 milhões de toneladas.



Fonte: Da Redação
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