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Mais desemprego?

Construção poderá ter trabalhador biônico

21/07/2017 | 13h07

Um cenário inovador no mercado de construção civil, entre outras atividades profissionais, começará a ganhar corpo nos próximos dois a três anos, segundo especialistas norte-americanos. Trata-se dos equipamentos vestíveis, recursos que podem ser agregados ao corpo dos profissionais do segmento e acelerar e melhorar a qualidade das obras. A revista Equipment World listou parte das inovações no final do mês passado em sua edição eletrônica. Entre as novidades estão desde o controle de gestos com braçadeiras e os exoesqueletos.

No primeiro caso, a tecnologia é a Myo Gesture, da Thalmic Labs, e permite a detecção de cinco diferentes gestos de mão. Ao “ler” a atividade elétrica dos músculos e o movimento do braço – por meio de um sensor de movimento de nove eixos – a tecnologia permitir que qualquer um dirija o voo de um drone, mude os slides em uma apresentação no PowerPoint ou manipule figuras em um videogame. Qual a vantagem? Elimina os controles remotos e não precisa de nenhum fio. Outra vantagem é que o comando pode ser feito via voz, mantendo as mãos livres. Já há modelos disponíveis na Amazon por cerca de US$ 200.

Os exoesqueletos, por sua vez, são o foco da Lowes, que colaborou com a Virginia Tech para criar um modelo que usa reforços de fibra de carbono flexíveis distribuídos ao longo das costas e das coxas dos usuários. Os eixos de fibra de carbono flexionam e liberam energia, adicionando poder aos elevadores e reduzindo a tensão sobre os músculos. O exoesqueleto permite minimizar as ações diárias de curvatura, levantamento e torção. O recurso ajudar a reduzir a tensão nos músculos e articulações dos trabalhadores envolvidos no segmento de construção (e outros). Já há outras iniciativas como a da coreana Hyundai, que anunciou um projeto de exoesqueleto que parece, segundo a revista, uma figura de filme de ficção científica.

A Rise Robotics é outra empresa que experimenta um exoesqueleto no formato de mochila, como um aparelho que usa ar comprimido para dirigir o que ela chama de uma transmissão de tipo estilo atuador com o poder de operações de pesagem humana. Outra companhia, a Ekso Bionics desenvolveu um braço biônico, o EksoZeroG, que pode ser amarrado à uma estrutura para permitir que um trabalhador mantenha uma ferramenta pesada, como uma sobrecarga do disjuntor, ou horizontalmente por longos períodos de tempo.

Já a Vortec criou um colete de condicionamento de ar pessoal, que funciona como um dispositivo semelhante ao regulador, tirando o ar via um compressor e esfriando o profissional abaixo da temperatura ambiente. O ar fresco está soprando no colete que é perfurado com pequenos orifícios que distribuem o ar de refrigeração ao redor de seu tronco e pescoço. Existem três modelos, dois resfriamentos e um que pode ser alternado do modo de refrigeração para o modo de calor e entregar o ar quente em situações frias.



Fonte: Redação/Assessoria
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