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Plataforma

Construção dos módulos da P-53 já é visível no cais de Rio Grande

25/07/2006 | 00h00

A construção da plataforma oceânica P-53 está em pleno andamento, e a montagem dos módulos já é visível. Na área industrial da Quip S/A, localizada na retroárea do cais revitalizado do Porto Novo do Rio Grande, a montagem dos módulos gera grande movimentação de trabalhadores, guindastes, caminhões, empilhadeiras e outras máquinas. Engenheiros, técnicos, encarregados, soldadores, encanadores, caldeireiros, montadores de estruturas, montadores de andaimes, maçariqueiros e ajudantes atuam na obra. E estão sempre chegando equipamentos e materiais para o empreendimento. Na última sexta-feira à tarde, por exemplo, caminhões descarregavam, no canteiro de obras, peças especiais para tubulação, vindas da Holanda. Conforme o gerente de produção da Quip, engenheiro Haroldo Morrison de Azevedo, praticamente todos os dias chegam peças para tubulação, não só da Holanda, mas também da Inglaterra. No total, deverão ser recebidas 1,5 mil toneladas de tubulação. Das estruturas metálicas para composição dos módulos, que estão sendo fabricadas na indústria Metasa, em Marau (RS), 1000 toneladas já estão em Rio Grande. Ao todo, deverão ser utilizadas 3,8 mil toneladas de estruturas metálicas. Todo o processo, segundo Azevedo, está ocorrendo dentro do programado. Até março de 2007, a montagem dos oito módulos programados para o Rio Grande deverá estar concluída. Entre dezembro deste ano e janeiro de 2007, deve chegar o navio VLCC Settebello, que está sendo adaptado em Singapura, na qual serão integrados os módulos montados em Rio Grande e no Rio de Janeiro. A Quip já investiu, no projeto do Rio Grande, R$ 25 milhões.

Mão-de-obra

Até o momento, a Quip S/A tem contratados 600 funcionários, somando-se os que atuam na área administrativa e na construção dos módulos. Até outubro, pretende ter 1,2 mil trabalhadores efetivos. Para isso, está cadastrando e selecionando trabalhadores. Desde o início de julho, o escritório de recrutamento e seleção da empresa vem cadastrando interessados em suprir as vagas abertas pelo empreendimento. Mais de 1000 candidatos já foram cadastrados."Estamos selecionando e já chamando pessoal", relatou Azevedo, observando que a preferência é por trabalhadores do Rio Grande. Dos 600 já contratados, 40% são do Município. Nesse sentido, o gerente de produção observa que a empresa também está admitindo pessoas que não têm experiência, as quais estão aprendendo, na obra, com aqueles que têm conhecimento e prática. "Estamos satisfeitos com a mão-de-obra encontrada no Município", salientou. O salário médio é de R$ 950. O empreendimento também resulta em negócios com empresas do Município e de fora da cidade para fornecimento de equipamentos e material de consumo e realização de serviços, como lavagem de roupas, fornecimento de alimentação, manutenção do canteiro de obras e serviço de saúde, entre outros.



Fonte: Jornal Agora
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