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P-54

Construção de casco no exterior gera revolta

30/04/2004 | 00h00

A intenção do Grupo Jurong de construir o casco da plataforma P-54 em Cingapura, gerando emprego e renda naquele país, provocou revolta no Sindicato de Metalúrgicos do Rio de Janeiro.
O sindicato já agendou uma reunião com a diretoria da Petrobras, prevista para a próxima segunda-feira, onde apresentará a reivindicação dos trabalhadores para que o casco da P-54 seja construído no Brasil.
Segundo o vice-presidente do sindicato, Luiz Chaves, a entidade encaminhou ao presidente da estatal, José Eduardo Dutra, documento contendo a insatisfação da categoria no que diz respeito a construção do casco da P-54 fora do Brasil.

Construção da plataforma P-54 irá gerar emprego e renda em Cingapura

A construção da plataforma P-54, cujo Grupo Jurong foi o que apresentou a menor proposta, cerca de US$ 650 milhões, já está provocando revolta nos sindicatos de metalúrgicos do Rio de Janeiro. A intenção do grupo é construir o caso em Cingapura, gerando emprego e renda naquele país. Ontem, o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio, Luiz Chaves, disse ao MONITOR MERCANTIL que terá uma reunião com a diretoria da estatal, prevista para o próximo dia 3 de maio, onde apresentará a reivindicação dos trabalhadores para que o casco da P-54 seja construído no Brasil.
Luiz Chaves, disse ainda que já encaminhou ao presidente da estatal, José Eduardo Dutra, documento contendo a insatisfação da categoria no que diz respeito a construção do casco da P-54. No documento ele mostra que o grupo Mauá Jurong está com as obras da plataforma P-50 atrasadas em cerca de oito meses no seu projeto.
"NA carta que enviamos ao presidente da Petrobras, estamos indicando que há uma empresa no Rio que pode construir asco e a conversão da P-54, a Sermetal. Os metalúrgicos irão fazer uma grande manifestação na porta da Petrobras na próxima segunda-feira".
Chaves não entende porque a Petrobras não convocou o Mauá Jurong para participar da licitação para a construção da plataforma P-50. Ele acredita que a intenção do Grupo Jurong, com aval da estatal, era construir o casco em Cingapura, pelo Grupo Jurong. "Nem mesmo o compromisso de conteúdo mínimo nacional, cerca de 60% da obra, garante que o casco será feito no Brasil, que iria gerar mais emprego e renda".
O sindicalista fez questão de frisar que já conversou sobre este problema com o secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer, que se comprometeu que, se o casco da P-54 for feito no Rio, terá a mesma isenção de ICMS que teve a P-51.

Sinaval quer incluir o Fundo Garantidor de Financiamento na MP 177

O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, disse ontem que, se a inclusão do Fundo Garantidor de Financiamento para a Indústria Naval não for aprovada na Medida Provisória (MP) 177 - que regulamenta o Fundo de Marinha Mercante (FMM) -, até o próximo dia 3 de maio, irá trancar a pauta do Congresso Nacional. Se isso acontecer, segundo ele, irá prejudicar o governo bem como o setor.
Quanto a construção do casco da P-54, Rocha frisou que o Sinaval não concorda que a obra seja feita fora do país. O governo do Estado do Rio, na sua opinião, terá que negociar, mais uma vez, com o Mauá Jurong, como fez com a P-51.
"Foi uma licitação internacional. Agora, temos que negociar para que as obras sejam feitas no Brasil. O Sinaval está colaborando com o governo e fará de tudo para que essa obra fique no Rio".



Fonte: Monitor Mercantil
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