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Electra

Construção de 32 PCHs para produção de 191 megawatts

06/08/2008 | 05h18

A Electra Power, braço do grupo Electra que atua na geração de energia, planeja colocar 32 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) em operação nos próximos três anos, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso. Juntas, elas terão capacidade instalada de 191 megawatts (MW) e os investimentos estão estimados em R$ 600 milhões. O recursos terão diversas fontes. A empresa aguarda aprovação da CVM para a Eco Energy, gestora de recursos que terá dois produtos, um voltado a investidores pessoa física e outro para fundos de investimentos em participações. Também negocia aporte de um banco japonês interessado em crédito de carbono e a venda antecipada de energia a clientes. 


Hoje a Electra Power tem participação em seis PCHs em funcionamento e outra será inaugurada este mês no Mato Grosso. O grupo foi criado em 2001, quando teve autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para comercializar energia de terceiros. Em 2004, para dar sustentabilidade à comercialização, entrou em geração. Atualmente, tem participação em 43 Sociedades de Propósito Específico, com 9% a 95% das ações, dependendo do caso. 


O diretor presidente, Valmor Alves, disse que até agora a Electra investiu cerca de R$ 40 milhões em PCHs, sendo parte com recursos próprios e parte financiada pelo BNDES ou com venda antecipada de energia. As usinas que estão em operação somam 22,5 MW de potência. Alves explicou que as PCHs que a Electra planeja construir estão em diversos estágios. "Há uma pirâmide de oportunidades, que passam por inventário da área, projeto, outorga, construção e operação." Todos os empreendimentos são com capacidade abaixo de 10 MW e custo de cerca de R$ 3,5 milhões por MW. Dos projetos futuros, quatro PCHs têm projeto autorizado pela Aneel e três estão com licença de instalação. As outras estão em fases iniciais. 


Embora a sede da empresa fique no Paraná, a empresa não planeja produzir energia no Estado no curto prazo. "Temos qualidade de mão-de-obra e ex-funcionários da Copel", disse Alves. É o caso do fundador do grupo, Cláudio Fabiano Alves, irmão de Valmor, que trabalhava na estatal de energia e agora preside a Electra Energy, a comercializadora - há também a Electra Info, que atua no mercado com informações setoriais, e a Navier, que cuida da área financeira. A Electra tem contratos com empresas como Bunge e Perdigão e quer aproveitar a demanda por energia para aumentar a oferta sem ter de recorrer a empréstimos com juros altos. "A intenção é fazer captação de recurso ao menor custo possível." 



Fonte: Valor Econômico
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