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1º Leilão do Pré-Sal

Consórcio formado por Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC arrematam Libra

21/10/2013 | 15h46
Consórcio formado por Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC arrematam Libra
Agência Brasil Agência Brasil

O consórcio formado pelas empresas Petrobras (10%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%) ganhou o 1º leilão do pré-sal. Segundo a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, o contrato, que envolve um período de 35 anos, será assinado entre as empresas ganhadoras e o ministro e Minas e Energia, Edson Lobão, dentro de um mês.

O grupo, único a apresentar proposta para a área, ofertou excedente de óleo de 41,65%. O bônus de assinatura que deverá ser pago é de R$ 15 bilhões, e o investimento exploratório mínimo é de R$ 610.903.087,00 milhões.

A ANP estima que Libra necessitará de 12 a 18 plataformas de grande porte, e de 60 a 90 barcos de apoio. A agência reguladora também projeta que o prospecto de Libra gere R$ 300 bilhões em royalties, e R$ 600 bilhões de lucro.

A Petrobras terminou o certame com 40% de participação total no campo - 30% dessa participação exigida nas regras do certame. Logo, terá que desembolsar, sozinha, R$ 6 bilhões.

Onze empresas se inscreveram para participar da disputa: CNOOC International Limited (China), China National Petroleum Corporation, CNPC (China), Ecopetrol (Colômbia), Mitsui & Co. (Japão), ONGC Videsh (Índia), Petrogal (Portugal), Petrobras (Brasil), Petronas (Malásia), Repsol/Sinopec (Espanha/China), Shell (Reino Unido/Holanda) e Total (França). Duas delas não depositaram as garantias.

Perspectivas

O pico da produção estimado para o Campo de Libra será de 1,4 milhão de barris de petróleo por dia, em dez ou 15 anos, de acordo com Magda Chambriard.

A ANP estima que Libra tenha entre 8 e 12 bilhões de barris recuperáveis de petróleo, o que corresponde a uma reserva "in situ" - nem toda ela capaz de ser extraída com a tecnologia atual - variando entre 26 bilhões a 42 bilhões de barris de petróleo, segundo estimativa da consultoria Gaffney, Cline, contratada pela agência reguladora.

Entre as obrigações do consórcio estão: a perfuração de mais poços, testes de reservatório e delimitação da área do campo, que tem mais de 1,5 mil quilômetros quadrados de extensão - em lâmina d'água de aproximadamente 1.500 metros.

Outro desafio para o consórcio será o escoamento do gás que será produzido. As estimativas são de que a produção de gás chegue a 20 milhões de metros cúbicos/dia, o equivalente a dois terços das atuais importações da Bolívia. Contudo, como não existe gasoduto na área. A Petrobras já sinalizou que grande parte da produção de gás no pré-sal será reinjetada nos poços, frustrando setores da indústria.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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