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Pesquisa

Confiança da Indústria volta a cair

26/08/2013 | 10h19

 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, recuou 0,6% em agosto sobre julho, ao atingir 99 pontos ante 99,6. Foi o menor nível desde julho de 2009 (95,7 pontos). Sobre o levantamento anterior, o recuo foi menos intenso. Entre junho e julho, o índice havia caído 4%.
Essa queda entre julho e agosto foi influenciada, principalmente, pelo Índice da Situação Atual (ISA) que ficou 1,1% abaixo da última medição com 99,5 pontos, o mais baixo desde julho de 2009 (96,7). O Índice de Expectativas (IE) teve pequena variação negativa de 0,1% e 98,5 pontos, resultado avaliado pelos economistas da FGV como estável, após cinco quedas consecutivas.
Na avaliação deles, o resultado da pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação mostra que o ritmo de atividade no setor está lento e com expectativas entre neutras e de moderado pessimismo. Uma das sinalizações é o nível de estoques, que diminuiu 3,8%, alcançando 93,1 pontos, marca abaixo da média de 95,9.
Para 9,4% dos empresários consultados, o nível de estoques está excessivo, taxa maior do que a apurada em julho, quando 7,7% fizeram  a mesma avaliação. A parcela dos que consideraram o nível de estoques insuficiente passou de 4,5 para 2,5%.
No período, também houve queda de 0,5% no indicador de emprego, com 104,6 pontos, o menor desde junho de 2009 (98). Ao serem consultados sobre o que esperam para os próximos três meses, 17% dos empresários acenaram com a possibilidade de ampliar as contratações, proporção melhor em comparação a junho, quando 16% fizeram tal indicação.
No entanto, cresceu também a parcela dos que preveem corte de pessoal, passando de 10,9% para 12,4%. Quanto ao Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) houve queda de 0,2 ponto percentual, ao atingir 84,2%.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, recuou 0,6% em agosto sobre julho, ao atingir 99 pontos ante 99,6. Foi o menor nível desde julho de 2009 (95,7 pontos). Sobre o levantamento anterior, o recuo foi menos intenso. Entre junho e julho, o índice havia caído 4%.


Essa queda entre julho e agosto foi influenciada, principalmente, pelo Índice da Situação Atual (ISA) que ficou 1,1% abaixo da última medição com 99,5 pontos, o mais baixo desde julho de 2009 (96,7). O Índice de Expectativas (IE) teve pequena variação negativa de 0,1% e 98,5 pontos, resultado avaliado pelos economistas da FGV como estável, após cinco quedas consecutivas.


Na avaliação deles, o resultado da pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação mostra que o ritmo de atividade no setor está lento e com expectativas entre neutras e de moderado pessimismo. Uma das sinalizações é o nível de estoques, que diminuiu 3,8%, alcançando 93,1 pontos, marca abaixo da média de 95,9.


Para 9,4% dos empresários consultados, o nível de estoques está excessivo, taxa maior do que a apurada em julho, quando 7,7% fizeram  a mesma avaliação. A parcela dos que consideraram o nível de estoques insuficiente passou de 4,5 para 2,5%.


No período, também houve queda de 0,5% no indicador de emprego, com 104,6 pontos, o menor desde junho de 2009 (98). Ao serem consultados sobre o que esperam para os próximos três meses, 17% dos empresários acenaram com a possibilidade de ampliar as contratações, proporção melhor em comparação a junho, quando 16% fizeram tal indicação.


No entanto, cresceu também a parcela dos que preveem corte de pessoal, passando de 10,9% para 12,4%. Quanto ao Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) houve queda de 0,2 ponto percentual, ao atingir 84,2%.

 



Fonte: Agência Brasil
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