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Indicadores

Confiança da indústria registra leve queda em abril

30/04/2013 | 11h54

 

Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) apresentou queda. Segundo a apuração feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em abril o indicador caiu 0,8%, ao passar de 105 pontos em março para 104,2. Esta é a primeira vez, desde agosto do ano passado, que o ICI fica abaixo da média histórica recente (últimos 60 meses), que é 104,4 pontos. Para os analistas da FGV, isso indica um início de segundo trimestre morno para o setor.
A apuração mostra que as indústrias estão mais insatisfeitas em relação ao momento presente. O Índice de Situação Atual (ISA) diminuiu 0,7%, passando de 104,2 para 103,5 pontos, nível inferior à média histórica recente (105,6). O nível de demanda foi o quesito que mais pressionou o ISA neste mês. Esse item, que atingiu 100,3 pontos em março, caiu 1,3% em abril.
O Índice de Expectativas (IE) também apresentou decréscimo de 0,9%. Em março, o indicador registrou 105,9 pontos. Neste mês, ele passou para 104,9. A pontuação ainda é superior à média dos últimos 60 meses, que é 103,1 pontos. Segundo a FGV, esses resultados sinalizam que os empresários da indústria da transformação têm expectativas neutras e moderadamente otimistas em relação aos próximos meses.
A maior influência para a queda do IE foi o item que mede as expectativas para o emprego, que teve queda de 2% em relação a março, com 110,5 pontos. A proporção de empresas que esperam aumentar o número de funcionários nos próximos três meses manteve-se relativamente estável (de 22,7% para 22,2%). Os que projetam diminuição dos empregados, por sua vez, aumentaram de 10% para 11,7%.

Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) apresentou queda. Segundo a apuração feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em abril o indicador caiu 0,8%, ao passar de 105 pontos em março para 104,2. Esta é a primeira vez, desde agosto do ano passado, que o ICI fica abaixo da média histórica recente (últimos 60 meses), que é 104,4 pontos. Para os analistas da FGV, isso indica um início de segundo trimestre morno para o setor.


A apuração mostra que as indústrias estão mais insatisfeitas em relação ao momento presente. O Índice de Situação Atual (ISA) diminuiu 0,7%, passando de 104,2 para 103,5 pontos, nível inferior à média histórica recente (105,6). O nível de demanda foi o quesito que mais pressionou o ISA neste mês. Esse item, que atingiu 100,3 pontos em março, caiu 1,3% em abril.


O Índice de Expectativas (IE) também apresentou decréscimo de 0,9%. Em março, o indicador registrou 105,9 pontos. Neste mês, ele passou para 104,9. A pontuação ainda é superior à média dos últimos 60 meses, que é 103,1 pontos. Segundo a FGV, esses resultados sinalizam que os empresários da indústria da transformação têm expectativas neutras e moderadamente otimistas em relação aos próximos meses.


A maior influência para a queda do IE foi o item que mede as expectativas para o emprego, que teve queda de 2% em relação a março, com 110,5 pontos. A proporção de empresas que esperam aumentar o número de funcionários nos próximos três meses manteve-se relativamente estável (de 22,7% para 22,2%). Os que projetam diminuição dos empregados, por sua vez, aumentaram de 10% para 11,7%.

 



Fonte: Agência Brasil
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