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São Paulo

Conferência internacional discute o futuro dos biocombustíveis

17/11/2008 | 10h13

Começa hoje (17), às 14h, em São Paulo a 1ª Conferência Internacional de Biocombustíveis, organizada pela Casa Civil e pelo Ministério das Relações Exteriores. O encontro reunirá chefes de Estado, autoridades públicas e pesquisadores de vários países no Hotel Hyatt.

 

O tema central dos debates é Biocombustíveis como Vetor do Desenvolvimento Sustentável. Até quarta-feira (19) outros temas serão discutidos, como segurança energética, produção e uso sustentáveis, agricultura, processamento industrial, comércio internacional, mudança do clima e futuro dos biocombustíveis. Hoje, na primeira sessão plenária, o tema será Biocombustíveis e Segurança Energética, com a presença do presidente da Petrobras Biocombustíveis, Alan Kardec.

 

Às 18h30, haverá sessão especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, em que será apresentado parecer do Grupo de Trabalho de Bioenergia, com sugestões dos conselheiros a serem encaminhadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Paralelamente ao encontro, Lula abre às 13h a 1ª Exposição Internacional de Biocombustíveis. O destaque brasileiro é a tecnologia que permite que os veículos utilizem tanto gasolina quanto álcool.

 

Movimentos sociais fazem encontro paralelo

 

Em contraponto ao encontro promovido pelo governo para debater os biocombustíveis, movimentos sociais do Brasil e de outros países promovem, a partir de hoje (17), também em São Paulo, o seminário internacional Agrocombustíveis como Obstáculo à Construção da Soberania Alimentar e Energética. Os debates começam às 9h no auditório do  Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), na Praça da República.

 

Organizado pela Via Campesina, o encontro só será aberto à imprensa amanhã (18), quando a Comissão Pastoral da Terra e a Rede Social de Justiça e Direitos Humanos lançam relatório sobre a expansão do cultivo de cana-de-açúcar na Amazônia e no cerrado.

 

Segundo a comissão organizadora, o seminário pretende alertar os participantes e a opinião pública nacional e internacional sobre os problemas do etanol quanto a questões trabalhistas (trabalho degradante e escravo), ambientais (desmatamentos, contaminação de solos e cursos d'água) e fundiárias (concentração de terras, ocupação de territórios de populações tradicionais).



Fonte: Agência Brasil
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