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Equipamentos

Confab vende R$ 240 milhões em tubos para Petrobras

24/01/2005 | 00h00

A Confab Industrial, fabricante de tubos e equipamentos do grupo Tenaris no Brasil, irá fornecer 400 quilômetros de tubos para o gasoduto da Petrobras que irá ligar Coari a Manaus, ambas no Amazonas. A companhia divulgou fato relevante na semana passada anunciando o contrato no valor de R$ 242 milhões.
Sérgio Puttini, controller da Confab, afirma que o contrato representa um aumento de cerca de 20% na certeira de pedidos. "A entrega dos tubos está programada para ocorrer entre março e novembro", lembra ele.
O projeto da Petrobras está orçado em R$ 1,5 bilhão e prevê a construção do gasoduto em plena floresta amazônica. O duto irá levar o gás produzido em Urucu para a capital do Estado, num total de 4,5 milhões de m³. A inauguração do gasoduto está prevista para o final de 2006.
Para o analista de investimentos Fábio Zagatti, do HSBC Securities, o contrato com a Petrobras demonstra a competitividade da empresa no mercado interno. "Pelo fato de a Petrobras ser estatal, a Confab tem pontos a mais na concorrência. Ela gera empregos no país", afirma ele.
Segundo Puttini, 60% do capital total da companhia está no mercado, mas mais de 99% das ações com direito a voto (ON) são do grupo Tenaris. Na sexta-feira, as ações preferenciais da Confab fecharam a R$ 2,98 na Bovespa, com alta de 2,05% sobre a cotação anterior.
No início de dezembro, a Confab venceu uma concorrência para fornecer tubos de aço à Vale do Rio Doce em uma concorrência da qual participaram companhias da Coréia, China, Japão, Ucrânia e índia.
Segundo Puttini, o contrato com a Vale é de US$ 58 milhões, ou cerca de R$ 156 milhões, e prevê o fornecimento de 247 quilômetros de dutos de 24 polegadas para a construção de um mineroduto entre Paragominas e a Alunorte, em Barcarena, no Pará. Um terço do projeto será atendido pela argentina Siat, também do grupo Tenaris.
Segundo informações da Vale, o projeto todo prevê investimentos de R$ 356 milhões. A expectativa é de que o projeto entre em operação em dezembro de 2006.
Para ser transportada, a bauxita é moída e misturada à água. Bombas instaladas ao longo do duto garantem o fluxo.



Fonte: Valor Econômico
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