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Empresas

Compromisso com portfólio tirou Statoil de Libra

09/10/2013 | 11h13

 

A norueguesa Statoil decidiu não participar do leilão do Campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, este mês, porque o portfólio da empresa já está muito comprometido com ativos em todo mundo. A afirmação foi feita ontem pelo vice-presidente de relações públicas da Statoil Brasil, Mauro Andrade, que acrescentou que a empresa ainda estuda uma possível participação na 12ª Rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo, marcada para novembro.
"Cada vez que surgem novas oportunidades, as empresas avaliam se são interessantes e se cabem no bolso", afirmou o executivo, durante seminário realizado pelo Grupo de Economia da Energia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "A empresa [Statoil] tem 40 anos de vida, ela nunca teve tantos projetos [em desenvolvimento] como agora", destacou.
Segundo Andrade, a companhia investe cerca de US$ 20 bilhões no mundo por ano - e os recursos que serão demandados por Libra "certamente" iriam impactar de forma importante esse plano de investimentos. "As 'majors' [as maiores petrolíferas do mundo] estão com portfólio extremamente grande", destacou.
Questionado se o fato de o Brasil ter ficado cinco anos sem novas licitações de blocos exploratórios de petróleo influenciou para que a Statoil esteja comprometida com ativos no exterior e não no Brasil, Andrade negou que se possa fazer essa relação. Segundo o executivo, os ativos que são colocados em licitação são avaliados caso a caso.
Andrade ressaltou que a empresa tem uma atuação importante no Brasil, com fatias em 13 blocos de exploração e produção no país. A companhia opera o campo de Peregrino, na Bacia de Campos, onde tem 60% de participação. Os outros 40% são da chinesa Sinochem.
O campo de Peregrino, segundo o executivo, já chegou ao pico de produção, com cerca de 100 mil barris de óleo equivalente produzidos diariamente. Quase todo o volume produzido é de petróleo. Atualmente, o campo conta com duas plataformas fixas e uma do tipo FPSO, flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo.
Andrade afirmou que a produção poderá crescer com o desenvolvimento de áreas adjacentes ao local que já produz, mas não deu prazo e nem expectativa de volume adicional. Está em estudo, inclusive, a alocação de uma nova plataforma em Peregrino.
A empresa também está no pré-sal, no prospecto de Pão de Açucar, na Bacia de Campos, lembrou o executivo. De acordo com Andrade, a área ainda está em fase de delimitação. A operação deste ativo é da Repsol, com 35% de participação. A Statoil tem outros 35%; e a Petrobras, 30%.

A norueguesa Statoil decidiu não participar do leilão do Campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, este mês, porque o portfólio da empresa já está muito comprometido com ativos em todo mundo. A afirmação foi feita ontem pelo vice-presidente de relações públicas da Statoil Brasil, Mauro Andrade, que acrescentou que a empresa ainda estuda uma possível participação na 12ª Rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo, marcada para novembro.


"Cada vez que surgem novas oportunidades, as empresas avaliam se são interessantes e se cabem no bolso", afirmou o executivo, durante seminário realizado pelo Grupo de Economia da Energia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "A empresa [Statoil] tem 40 anos de vida, ela nunca teve tantos projetos [em desenvolvimento] como agora", destacou.


Segundo Andrade, a companhia investe cerca de US$ 20 bilhões no mundo por ano - e os recursos que serão demandados por Libra "certamente" iriam impactar de forma importante esse plano de investimentos. "As 'majors' [as maiores petrolíferas do mundo] estão com portfólio extremamente grande", destacou.


Questionado se o fato de o Brasil ter ficado cinco anos sem novas licitações de blocos exploratórios de petróleo influenciou para que a Statoil esteja comprometida com ativos no exterior e não no Brasil, Andrade negou que se possa fazer essa relação. Segundo o executivo, os ativos que são colocados em licitação são avaliados caso a caso.


Andrade ressaltou que a empresa tem uma atuação importante no Brasil, com fatias em 13 blocos de exploração e produção no país. A companhia opera o campo de Peregrino, na Bacia de Campos, onde tem 60% de participação. Os outros 40% são da chinesa Sinochem.


O campo de Peregrino, segundo o executivo, já chegou ao pico de produção, com cerca de 100 mil barris de óleo equivalente produzidos diariamente. Quase todo o volume produzido é de petróleo. Atualmente, o campo conta com duas plataformas fixas e uma do tipo FPSO, flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo.


Andrade afirmou que a produção poderá crescer com o desenvolvimento de áreas adjacentes ao local que já produz, mas não deu prazo e nem expectativa de volume adicional. Está em estudo, inclusive, a alocação de uma nova plataforma em Peregrino.


A empresa também está no pré-sal, no prospecto de Pão de Açucar, na Bacia de Campos, lembrou o executivo. De acordo com Andrade, a área ainda está em fase de delimitação. A operação deste ativo é da Repsol, com 35% de participação. A Statoil tem outros 35%; e a Petrobras, 30%.

 



Fonte: Valor Econômico
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