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Inovação

Composto em tinta inibe corrosão de estruturas metálicas

25/07/2013 | 17h07

 

Um composto de cério e silanol envolvidos em cápsulas de poliestireno e colocado em tintas foi testado com sucesso para inibir a corrosão de metais. A pesquisa que testou a formulação foi realizada pelo engenheiro Fernando Cotting, na Escola Politécnica (Poli) da USP. As microcápsulas permitem que o revestimento das estruturas metálicas adquira características de autorreparação (self-healing). Uma das principais aplicações do inibidor é na proteção de dutos e tanques de armazenamento de petróleo, o que levou o estudo a receber o Prêmio Petrobras de Tecnologia.
A pesquisa desenvolveu um sistema de encapsulamento dos inibidores de corrosão para serem colocados em tintas. “Atualmente, os inibidores costumam ser misturados diretamente com as resinas, porém eles sofrem reações químicas que impedem sua atuação e prejudicam o desempenho das tintas”, afirma a professora Idalina Vieira Aoki, da Poli, que orientou a pesquisa.
O inibidor utiliza uma mistura de cério (-III) e um silanol, substância derivada do silício. “O cério já é utilizado no combate à corrosão, enquanto o silanol era destinado à produção de filmes”, diz Cotting. “A vantagem destes compostos é que agem em sinergia e a utilização de uma concentração menor de cério, que é pouco abundante na natureza, podendo reduzir os custos de fabricação sem afetar a eficiência do produto”.

Um composto de cério e silanol envolvidos em cápsulas de poliestireno e colocado em tintas foi testado com sucesso para inibir a corrosão de metais. A pesquisa que testou a formulação foi realizada pelo engenheiro Fernando Cotting, na Escola Politécnica (Poli) da USP. As microcápsulas permitem que o revestimento das estruturas metálicas adquira características de autorreparação (self-healing). Uma das principais aplicações do inibidor é na proteção de dutos e tanques de armazenamento de petróleo, o que levou o estudo a receber o Prêmio Petrobras de Tecnologia.


A pesquisa desenvolveu um sistema de encapsulamento dos inibidores de corrosão para serem colocados em tintas. “Atualmente, os inibidores costumam ser misturados diretamente com as resinas, porém eles sofrem reações químicas que impedem sua atuação e prejudicam o desempenho das tintas”, afirma a professora Idalina Vieira Aoki, da Poli, que orientou a pesquisa.


O inibidor utiliza uma mistura de cério (-III) e um silanol, substância derivada do silício. “O cério já é utilizado no combate à corrosão, enquanto o silanol era destinado à produção de filmes”, diz Cotting. “A vantagem destes compostos é que agem em sinergia e a utilização de uma concentração menor de cério, que é pouco abundante na natureza, podendo reduzir os custos de fabricação sem afetar a eficiência do produto”.

 

Leia a matéria completa aqui.



Fonte: Ascom Poli
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