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Petroquímica

Complexo PQS inicia produção de resina PET

06/08/2014 | 14h48
Complexo PQS inicia produção de resina PET
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

O Complexo PQS, formado pela Companhia Petroquímica de Pernambuco (PetroquímicaSuape) e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), iniciou a fabricação da resina PET em uma das suas unidades operacionais, nesta segunda-feira (04/08). A entrada em operação dessa planta produtiva representa um marco para a indústria brasileira neste ano. A PetroquímicaSuape e a Citepe fazem parte do Sistema Petrobras (100%) e representam um importante polo de produção de poliéster da América do Sul, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. 
Após o início de operação da sua planta de ácido tereftálico purificado (PTA) - que é a principal matéria-prima para a cadeia do poliéster - e da ampliação da capacidade produtiva de filamentos de poliéster (principal insumo para a indústria têxtil mundial) no ano passado, agora o setor brasileiro de embalagens terá a oferta da resina PET.
A unidade de resina PET terá duas linhas de produção: a que entrou em operação, com 225 mil toneladas por ano, e a que está prevista para o primeiro semestre de 2015. Já com a primeira linha desse produto, o Complexo PQS fará com que o Brasil se torne autossuficiente e exportador deste produto, suportando o crescimento do mercado de embalagens PET, além de possibilitar a criação de novos investimentos em diferentes setores em que a utilização desse produto ainda é incipiente.
Quando estiver em plena operação, no próximo ano, o Complexo PQS produzirá 450 mil toneladas por ano de resina PET. Essa resina é um polímero mundialmente popular, que se tornou o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, isotônicos, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados e cervejas, entre outros itens. 
As altas taxas de crescimento na utilização de PET como embalagem se devem principalmente às suas características técnicas, pois proporcionam alta resistência ao impacto e aparência nobre devido ao brilho e transparência. Por conta desses atributos, produz embalagens mais leves e resistentes que as tradicionais, o que reduz custos de transporte e produção e oferece ao consumidor um produto mais econômico, conveniente, seguro e moderno. 
Além da tecnologia de ponta e ampla escala de produção, o Complexo PQS oferece ao mercado diferentes tipos de resina. A maior parte das vendas do produto terá como foco o mercado nacional. Cerca de 20% da primeira linha de produção será destinada à exportação (América do Sul, Caribe e Estados Unidos). 
Sobre o Complexo PQS
Situado em uma área de 70 hectares no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, o Complexo PQS é formado pelas unidades de PTA (ácido tereftálico purificado), de resina PET e de filamentos de poliéster, todas elas em operação.

O Complexo PQS, formado pela Companhia Petroquímica de Pernambuco (PetroquímicaSuape) e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), iniciou a fabricação da resina PET em uma das suas unidades operacionais, nesta segunda-feira (04/08).

A entrada em operação dessa planta produtiva representa um marco para a indústria brasileira neste ano. A PetroquímicaSuape e a Citepe fazem parte do Sistema Petrobras (100%) e representam um importante polo de produção de poliéster da América do Sul, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. 

Após o início de operação da sua planta de ácido tereftálico purificado (PTA) - que é a principal matéria-prima para a cadeia do poliéster - e da ampliação da capacidade produtiva de filamentos de poliéster (principal insumo para a indústria têxtil mundial) no ano passado, agora o setor brasileiro de embalagens terá a oferta da resina PET.

A unidade de resina PET terá duas linhas de produção: a que entrou em operação, com 225 mil toneladas por ano, e a que está prevista para o primeiro semestre de 2015. Já com a primeira linha desse produto, o Complexo PQS fará com que o Brasil se torne autossuficiente e exportador deste produto, suportando o crescimento do mercado de embalagens PET, além de possibilitar a criação de novos investimentos em diferentes setores em que a utilização desse produto ainda é incipiente.

Quando estiver em plena operação, no próximo ano, o Complexo PQS produzirá 450 mil toneladas por ano de resina PET. Essa resina é um polímero mundialmente popular, que se tornou o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, isotônicos, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados e cervejas, entre outros itens. 

As altas taxas de crescimento na utilização de PET como embalagem se devem principalmente às suas características técnicas, pois proporcionam alta resistência ao impacto e aparência nobre devido ao brilho e transparência.

Por conta desses atributos, produz embalagens mais leves e resistentes que as tradicionais, o que reduz custos de transporte e produção e oferece ao consumidor um produto mais econômico, conveniente, seguro e moderno. 

Além da tecnologia de ponta e ampla escala de produção, o Complexo PQS oferece ao mercado diferentes tipos de resina. A maior parte das vendas do produto terá como foco o mercado nacional. Cerca de 20% da primeira linha de produção será destinada à exportação (América do Sul, Caribe e Estados Unidos). 

Sobre o Complexo PQS

Situado em uma área de 70 hectares no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, o Complexo PQS é formado pelas unidades de PTA (ácido tereftálico purificado), de resina PET e de filamentos de poliéster, todas elas em operação.



Fonte: Agência Petrobras
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