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Empresas

Companhia Siderúrgica do Pecém terá 44 fornecedoras

09/10/2012 | 10h15

 

São 44 as empresas cearenses habilitadas para o fornecimento da fase de construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). A lista é resultado do estudo contratado pelos três sócios do empreendimento - Vale, Posco e Dongkuk -, ainda em 2010, para identificar fornecedores dentro da cadeia produtiva local e teve como alvo as indústrias de base "que estão há um bom tempo no mercado com histórico e atuação já reconhecidos e consolidados".
"Elas serão convidadas para fornecer para a CSP, mas, até agora, não há nenhum contrato fechado. Nós ainda vamos apresentá-las aos representantes da siderúrgica", observou Fernando Castro Alves, diretor do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Ceará (Simec-CE).
De acordo com ele, a consultoria DVS, do especialista Durval Vieira de Sousa, realizou o mapeamento das indústrias e apontou-as para os gestores da CSP. Depois disso aconteceu o contato com os líderes sindicais cearenses para mediar e incentivar a participação dos industriais no fornecimento de equipamento e serviços para a siderúrgica.
"A nossa ideia é aproximar as partes: a nossa indústria de base ao grande empreendimento e gerar mais contatos", disse. Ele esteve representando o Simec na reunião com os gerentes da CSP na semana passada.
A apresentação mencionada por ele será na próxima quarta-feira (10), na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), quando representantes da CSP irão se reunir com presidentes de sindicatos e empresários interessados no negócio.
Na ocasião, o diretor do Simec contou de um catálogo contendo informações sobre os setores e as empresas serão distribuídos a todos os presentes.
Setores em foco
Das 44 empresas apontadas pelo estudo - como já se era de esperar de um empreendimento do ramo do aço -, 26 foram indústrias do setor metal-mecânico do Ceará.
Entre os serviços mais prováveis ofertados por elas à CSP, Castro Alves destacou a montagem de estruturas metálicas; fundição de aço, ferro, bronze e alumínio; montagem de sistema de automação e sistemas de refrigeração, dentre outros serviços.
Construção e arquitetura
Os outros dois sindicatos com empresas associadas entre os possíveis fornecedores da siderúrgica para a fase de construção do empreendimento foram as da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-CE), com nove empresas, e o Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia no Ceará (Sinaenco-CE). "Agora, qualquer empresa poderá se habilitar para fornecer à CSP. É neste encontro que iremos fazer estas pontes, onde uns apresentarão as condições necessárias para o serviço às outras", disse.
Impacto no faturamento
Sobre o impacto na economia dos setores que participam desta negociação, Castro Alves acredita em um incremento entre 20% a 30% sobre o faturamento anual de R$ 2 bilhões contabilizado para o setor metal-mecânico do Ceará atualmente. Isso, segundo ele, viria por conta da participação crescente de mais dos 150 associados do Simec-CE no fornecimento de grandes empreendimentos do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) previstos para os próximos anos.
Longo prazo
"Até 2016 são previstos R$ 30 bilhões só para o complexo do Pecém e se uma indústria estiver habilitada a trabalhar com um dessas grandes, como a refinaria, estará pronta para fornecer para todas as outras", ressaltou.

São 44 as empresas cearenses habilitadas para o fornecimento da fase de construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). A lista é resultado do estudo contratado pelos três sócios do empreendimento - Vale, Posco e Dongkuk -, ainda em 2010, para identificar fornecedores dentro da cadeia produtiva local e teve como alvo as indústrias de base "que estão há um bom tempo no mercado com histórico e atuação já reconhecidos e consolidados".


"Elas serão convidadas para fornecer para a CSP, mas, até agora, não há nenhum contrato fechado. Nós ainda vamos apresentá-las aos representantes da siderúrgica", observou Fernando Castro Alves, diretor do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Ceará (Simec-CE).


De acordo com ele, a consultoria DVS, do especialista Durval Vieira de Sousa, realizou o mapeamento das indústrias e apontou-as para os gestores da CSP. Depois disso aconteceu o contato com os líderes sindicais cearenses para mediar e incentivar a participação dos industriais no fornecimento de equipamento e serviços para a siderúrgica.


"A nossa ideia é aproximar as partes: a nossa indústria de base ao grande empreendimento e gerar mais contatos", disse. Ele esteve representando o Simec na reunião com os gerentes da CSP na semana passada.


A apresentação mencionada por ele será na próxima quarta-feira (10), na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), quando representantes da CSP irão se reunir com presidentes de sindicatos e empresários interessados no negócio.


Na ocasião, o diretor do Simec contou de um catálogo contendo informações sobre os setores e as empresas serão distribuídos a todos os presentes.



Setores em foco


Das 44 empresas apontadas pelo estudo - como já se era de esperar de um empreendimento do ramo do aço -, 26 foram indústrias do setor metal-mecânico do Ceará.


Entre os serviços mais prováveis ofertados por elas à CSP, Castro Alves destacou a montagem de estruturas metálicas; fundição de aço, ferro, bronze e alumínio; montagem de sistema de automação e sistemas de refrigeração, dentre outros serviços.



Construção e arquitetura


Os outros dois sindicatos com empresas associadas entre os possíveis fornecedores da siderúrgica para a fase de construção do empreendimento foram as da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-CE), com nove empresas, e o Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia no Ceará (Sinaenco-CE). "Agora, qualquer empresa poderá se habilitar para fornecer à CSP. É neste encontro que iremos fazer estas pontes, onde uns apresentarão as condições necessárias para o serviço às outras", disse.



Impacto no faturamento


Sobre o impacto na economia dos setores que participam desta negociação, Castro Alves acredita em um incremento entre 20% a 30% sobre o faturamento anual de R$ 2 bilhões contabilizado para o setor metal-mecânico do Ceará atualmente. Isso, segundo ele, viria por conta da participação crescente de mais dos 150 associados do Simec-CE no fornecimento de grandes empreendimentos do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) previstos para os próximos anos.



Longo prazo


"Até 2016 são previstos R$ 30 bilhões só para o complexo do Pecém e se uma indústria estiver habilitada a trabalhar com um dessas grandes, como a refinaria, estará pronta para fornecer para todas as outras", ressaltou.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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