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Empresas

Companhia dos fundos Tarpon e Pincus adquire projetos eólicos

18/01/2011 | 09h55
A Omega Energia, empresa de geração dos fundos de investimentos geridos pela Tarpon e Warbung Pincus, adquiriu os projetos de pequenas centrais hidrelétricas que somam 270 MW do grupo Ecopart e também o portfólio de projetos eólicos, no total de 3.000 MW.
 

No caso das eólicas, entretanto, a empresa preferiu formar uma holding em que detém um terço do capital, mas tem a opção de comprar 100% dos projetos que forem concretizados. Os projetos da Ecopart são avaliados em cerca de R$ 100 milhões, segundo o presidente da Omega, Antônio Augusto Bastos. Mas o executivo não revela o valor da transação. Diz apenas que vai investir R$ 8 milhões para desenvolver os projetos eólicos.
 

A investida se dá poucos meses depois do anúncio de aporte de cerca de R$ 350 milhões a ser feito por Tarpon e Pincus, um dos principais gestores de private equity do mundo. A Omega opera hoje uma pequena central hidrelétrica que vai lhe render R$ 20 milhões em faturamento neste ano e vai investir R$ 180 milhões em 2011 para completar as obras de duas PCHs no Mato Grosso do Sul. O projeto da empresa hoje é basicamente focado na venda da energia no mercado livre. Os preços, entretanto, caíram em relação há alguns anos mas a expectativa, segundo Bastos, é de que voltem a subir.
 
 
Os consumidores de menor porte podem comprar a energia de pequenas centrais com incentivos, o que torna esse mercado mais atraente para essa classe de consumidores. Bastos tem expectativa de que os projetos hidrelétricos continuem sendo o principal foco da expansão da geração no país. Mas a aposta é de que também a energia eólica ocupe seu espaço. "Acredito que este ano já possamos ver os primeiros negócios da venda de energia eólica no mercado livre", diz Bastos. "É uma questão de se chegar ao equilíbrio de portfólio".
 

O programa de leilão do governo federal também interessa à Omega, mas o mercado livre tem dado melhores rendimentos. A queda dos preços, que é salutar aos consumidores, tem paralisado os projetos de PCHs que foram bastante populares em meados da década passada. Muitos investidores, entre eles os mais diferentes fundos de investimentos, enfrentaram as dificuldades na obtenção de licenciamento e venda de energia, reduzindo o ritmo de investimentos nesse tipo de projeto. Além disso, os preços das eólicas se tornaram tão competitivos nos leilões do governo federal que não deixaram espaço para essas pequenas hidrelétricas.


Fonte: Valor Econômico
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