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Política

Comissão que apura denúncias contra Petrobras define agenda

08/04/2014 | 12h26

 

A comissão externa da Câmara que vai analisar denúncias de que funcionários da Petrobras teriam recebido propina da companhia holandesa SBM Offshore fará sua primeira reunião hoje (8), para definir o plano de trabalho. O encontro estava marcado para esta manhã, mas foi adiado para as 14h30, em Brasília.
A SBM Offshore fornece equipamentos à Petrobras, e teria pagado propina para conseguir contratos de locação de plataformas petrolíferas entre os anos de 2005 e 2012.
Para apurar a denúncia, a comissão vai fazer visitas à Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal e à própria Petrobras para recolher informações. Em seguida, o grupo deve seguir para a Holanda, onde fica a sede da SBM.
Investigação interna
Na quarta-feira da semana passada, a SBM divulgou um comunicado onde afirma não ter detectado, em investigação interna conduzida por um conselho independente, indícios de pagamentos irregulares a funcionários públicos no Brasil. No comunicado, a SBM confirma que pagou US$ 139 milhões em comissões para um agente, e não como propina a funcionários da Petrobras.
Mas o coordenador da comissão externa, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), acha necessária a visita. "Hoje a SBM diz que não identificou a quem, mas identificava que realmente havia sido pago. Vamos seguir o dinheiro; vamos ver o que realmente aconteceu".

A comissão externa da Câmara que vai analisar denúncias de que funcionários da Petrobras teriam recebido propina da companhia holandesa SBM Offshore fará sua primeira reunião hoje (8), para definir o plano de trabalho. O encontro estava marcado para esta manhã, mas foi adiado para as 14h30, em Brasília.

A SBM Offshore fornece equipamentos à Petrobras, e teria pagado propina para conseguir contratos de locação de plataformas petrolíferas entre os anos de 2005 e 2012.

Para apurar a denúncia, a comissão vai fazer visitas à Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal e à própria Petrobras para recolher informações. Em seguida, o grupo deve seguir para a Holanda, onde fica a sede da SBM.


Investigação interna

Na quarta-feira da semana passada, a SBM divulgou um comunicado onde afirma não ter detectado, em investigação interna conduzida por um conselho independente, indícios de pagamentos irregulares a funcionários públicos no Brasil. No comunicado, a SBM confirma que pagou US$ 139 milhões em comissões para um agente, e não como propina a funcionários da Petrobras.

Mas o coordenador da comissão externa, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), acha necessária a visita. "Hoje a SBM diz que não identificou a quem, mas identificava que realmente havia sido pago. Vamos seguir o dinheiro; vamos ver o que realmente aconteceu".

 



Fonte: Agência Câmara
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