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Repetro na Alerj

Comissão na luta a favor do Repetro acredita que os deputados vão aderir

15/03/2018 | 11h46

"Se depender de nosso trabalho e, também, da vontade demonstrada pelos deputados que receberam nosso manifesto ontem na Assembleia Legislativa, e passaram a entender o perigo pelo qual passa o Estado do Rio se for aprovado o projeto do deputado André Ceciliano (PT), alterando os índices do Repetro, não posso afirmar mas tenho quase certeza de que o processo poderá ser estancado e retirado de pauta. No plenário, conseguimos o apoio imediato de todos aqueles que não querem ver o estado falido e sim, abrindo vagas de emprego e incentivando a indústria de petróleo e gás".

Esta foi a opinião de Lesley Beethoven, presidente do diretório do PSDB e da vereadora Josiane Morumbi, que preside a Comissão de Petróleo e Gás na Câmara Municipal de Campos que, junto com o deputado Carlos Osório (PSDB), abordaram os parlamentares na porta do plenário e acabaram sendo convidados para acessar o recinto, ocasião em que puderam conversar com vários parlamentares, explicando a razão da presença do grupo. A cada um, foi entregue dois tipos de correspondência, sob o título: "Sem Repetro: Sem futuro", elaborado e aprovado com o aval da Abespetro - Associação Brasileira das Empresas de Petróleo.

Eram pouco mais de 14hs quando eles entraram no plenário e apenas o deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), que deu parecer favorável ao projeto do deputado André Ceciliano (PT), alterando o Repetro, chegando a discutir com a vereadora da qual se recusou a ouvir ou receber os argumentos. Cerca de 15 outros deputados foram corteses e admitiram que vão se alinhar para votar contra ou mesmo articular a retirada do projeto de lei da pauta.

No documento, eles pedem que os deputados estaduais aprovem sem restrição a manutenção do regime diferenciado Repetro, deixando claro que "não podemos tratar esse projeto de forma ideológica/ partidária porque trata-se única e exclusivamente da manutenção das empresas, dos investimentos, dos empregos, da arrecadação, da competividade econômica e social do Estado do Rio de Janeiro".



Fonte: O Debate, 15/03/2018
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