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Energia

Comgás dobra investimento na baixada Santista

14/01/2014 | 09h42

 

Presente desde 2008 em Santos (SP), a Comgás, distribuidora de gás natural que atua no Estado de São Paulo, investirá R$ 18 milhões neste ano somente na expansão da rede na Baixada Santista. O montante integra o plano de investimentos de R$ 91 milhões da empresa na região entre 2012 e 2018. E será quase o dobro do destinado em 2013 para o mercado da Baixada de Santos.
Hoje, a empresa tem 37 mil clientes residenciais e 240 comerciais ativos em Santos. A perspectiva da companhia é encerrar o ano com 10% de crescimento em volume de clientes nos dois segmentos, a taxa histórica de incremento anual da distribuidora na cidade. "Santos é um dos principais focos da Comgás", diz o gerente regional da empresa na Baixada Santista, Domingos Napolitano.
Depois de conquistar os bairros ao longo da orla, onde está a população de maior poder aquisitivo, a Comgás vai se dedicar este ano a três projetos-chave: avançar na região central de Santos, de olho principalmente em clientes comerciais; ampliar a presença na zona noroeste, mercado residencial de classe C onde há um potencial de 10 mil casas; e deslanchar o "projeto São Vicente", cidade vizinha a Santos e onde a empresa vislumbra conquistar outro grande filão da classe C. A oferta potencial do "projeto São Vicente" é de 40 mil casas, quase quatro vezes o mercado da zona noroeste.
Com esse horizonte de possibilidades, o objetivo da Comgás é ampliar em quase 100 quilômetros a extensão da rede na região, encerrando 2014 com aproximadamente 500 quilômetros de rede na Baixada Santista.
Na região central de Santos, a empresa já fechou contrato com o prédio da Petrobras. "Existe um bolsão comercial interessante para trabalhar, além de alguns investimentos que estão vindo a reboque do prédio da Petrobras", diz Napolitano. No nicho comercial, explica, as principais soluções de uso do gás natural são para aquecimento de água e ar condicionado.
Segundo o executivo, por uma questão estratégica, a Comgás prioriza os trabalhos em uma cidade antes de partir para outra. Mas a empresa acompanha com atenção o crescimento de Praia Grande e Guarujá. No caso de Guarujá, a empresa analisa a viabilidade técnico-econômica de construção da rede. A infraestrutura de gasodutos teria de atravessar o canal do porto - que separa Santos e Guarujá - ou acessar a cidade via área continental de Santos. Uma das alternativas é aproveitar o túnel que o governo do Estado de São Paulo pretende construir no porto para interligar as duas cidades. "A área de engenharia da Comgás tem conversas com a Dersa para tentar entender como será esse projeto e se tem essa possibilidade. É uma oportunidade", diz Napolitano.
O porto de Santos também é um filão que sempre esteve na mira da Comgás. Segundo Napolitano, existe uma série de oportunidades no porto, como o uso do gás em equipamentos de movimentação de carga. "A própria inserção da Comgás no grupo Cosan já traz uma forma de chegarmos ao porto de maneira diferente, porque a Rumo está lá dentro. Estamos discutindo com a Rumo várias oportunidades".

Presente desde 2008 em Santos (SP), a Comgás, distribuidora de gás natural que atua no Estado de São Paulo, investirá R$ 18 milhões neste ano somente na expansão da rede na Baixada Santista. O montante integra o plano de investimentos de R$ 91 milhões da empresa na região entre 2012 e 2018. E será quase o dobro do destinado em 2013 para o mercado da Baixada de Santos.

Hoje, a empresa tem 37 mil clientes residenciais e 240 comerciais ativos em Santos. A perspectiva da companhia é encerrar o ano com 10% de crescimento em volume de clientes nos dois segmentos, a taxa histórica de incremento anual da distribuidora na cidade. "Santos é um dos principais focos da Comgás", diz o gerente regional da empresa na Baixada Santista, Domingos Napolitano.

Depois de conquistar os bairros ao longo da orla, onde está a população de maior poder aquisitivo, a Comgás vai se dedicar este ano a três projetos-chave: avançar na região central de Santos, de olho principalmente em clientes comerciais; ampliar a presença na zona noroeste, mercado residencial de classe C onde há um potencial de 10 mil casas; e deslanchar o "projeto São Vicente", cidade vizinha a Santos e onde a empresa vislumbra conquistar outro grande filão da classe C. A oferta potencial do "projeto São Vicente" é de 40 mil casas, quase quatro vezes o mercado da zona noroeste.

Com esse horizonte de possibilidades, o objetivo da Comgás é ampliar em quase 100 quilômetros a extensão da rede na região, encerrando 2014 com aproximadamente 500 quilômetros de rede na Baixada Santista.

Na região central de Santos, a empresa já fechou contrato com o prédio da Petrobras. "Existe um bolsão comercial interessante para trabalhar, além de alguns investimentos que estão vindo a reboque do prédio da Petrobras", diz Napolitano. No nicho comercial, explica, as principais soluções de uso do gás natural são para aquecimento de água e ar condicionado.

Segundo o executivo, por uma questão estratégica, a Comgás prioriza os trabalhos em uma cidade antes de partir para outra. Mas a empresa acompanha com atenção o crescimento de Praia Grande e Guarujá. No caso de Guarujá, a empresa analisa a viabilidade técnico-econômica de construção da rede. A infraestrutura de gasodutos teria de atravessar o canal do porto - que separa Santos e Guarujá - ou acessar a cidade via área continental de Santos. Uma das alternativas é aproveitar o túnel que o governo do Estado de São Paulo pretende construir no porto para interligar as duas cidades. "A área de engenharia da Comgás tem conversas com a Dersa para tentar entender como será esse projeto e se tem essa possibilidade. É uma oportunidade", diz Napolitano.

O porto de Santos também é um filão que sempre esteve na mira da Comgás. Segundo Napolitano, existe uma série de oportunidades no porto, como o uso do gás em equipamentos de movimentação de carga. "A própria inserção da Comgás no grupo Cosan já traz uma forma de chegarmos ao porto de maneira diferente, porque a Rumo está lá dentro. Estamos discutindo com a Rumo várias oportunidades".



Fonte: Valor Econômico
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