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Reajuste

Combustíveis pressionam a inflação

08/11/2004 | 00h00

O reajuste da gasolina elevou a inflação do município de São Paulo para 0,62% em outubro, segundo dados do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da USP.
A taxa ficou um pouco acima do previsto pelo coordenador da pesquisa de preços da Fipe, Paulo Picchetti, que esperava inflação de 0,60% para o mês. Em setembro, a inflação de São Paulo havia recuado para 0,21%.
Na sexta-feira, as distribuidoras promoveram um novo aumento nos preços dos combustíveis. A elevação no custo do álcool hidratado para os postos revendedores foi em média de 14%, enquanto a da gasolina foi de 2,9%, segundo o Sincopetro (sindicato dos postos de São Paulo).
O sindicato informou que esses aumentos se devem ao repasse dos preços do álcool - a gasolina leva 25% de álcool em sua composição. O preço do produto é influenciado por questões de oferta e demanda da cana-de-açúcar no mercado interno. "Diante disso, é esperado um aumento proporcional dos preços desses dois combustíveis nas bombas nos próximos dias", disse a nota divulgada pelo sindicato.
Esse aumento não está relacionado com o reajuste promovido pela Petrobras no último dia 14, de 4% para a gasolina e de 6% para o diesel. Segundo dados da Fipe, aquele aumento já provocou uma alta média de 2,83% nos postos de São Paulo nas últimas semanas.
Além do reajuste dos combustíveis, também contribuiu com a inflação do mês passado a inversão na tendência dos alimentos, que subiram 0,28% em outubro, após deflação de 0,57% em setembro.
Nos demais grupos, as variações foram: habitação (0,69%), transportes (1,32%), despesas pessoais (0,31%) e saúde (0,38%).



Fonte: Ag Folha de SP / Val
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