acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Balanço

Com R$ 242 milhões, a PetroRio tem o maior lucro da história da companhia

28/03/2017 | 12h00
Com R$ 242 milhões, a PetroRio tem o maior lucro da história da companhia
Divulgação Divulgação

A PetroRio, uma das principais companhias independentes de produção de óleo e gás natural do Brasil, encerrou 2016 com lucro líquido de R$ 242 milhões. O resultado é o maior da história da companhia e representa 118% a mais do que lucro líquido registrado em 2015 - de R$ 110 milhões.

Apesar do cenário adverso enfrentado pelo setor de óleo e gás, quando o barril de petróleo chegou a ser negociado a US$ 27 em janeiro de 2016, a companhia fechou o ano passado com um EBTIDA de R$ 329 milhões – 119% superior ao de 2015.

O caixa da empresa cresceu 14%, passando de R$ 497 milhões em 2015 para R$ 571 milhões no ano passado. “Os recursos pavimentam a expansão da PetroRio por meio de aquisições de campos já em operação, capazes de gerar receita. Tal estratégia está calcada na lógica de disciplina de capital da companhia”, afirma Nelson Queiroz Tanure, diretor da companhia.

Em 2016, a PetroRio executou um modelo de negócios baseado, além do crescimento por meio da compra de ativos, em eficiência operacional, com foco em engenharia de reservatórios e redução de custos. Isso culminou em diversas ações ao longo do ano. A mais recente delas foi a compra da Brasoil, que diversifica o portfólio de ativos da companhia e aumenta a geração de caixa.

A Brasoil tem como maior atrativo a participação de 10% no campo de Manati (BA). Detém ainda a totalidade de participação nos blocos exploratórios FZA-M-254 e FZA-M-539, ambos na bacia de Foz do Amazonas.

Além da aquisição da Brasoil, outras ações que refletiram no desempenho da companhia no ano passado foram a conclusão do programa de redesenvolvimento do campo de Polvo, que aumentou em 20% a produtividade diária; o aumento de reservas provadas desenvolvidas em 9,1% e a prolongação da vida útil do campo em dois anos.

“Encerramos o ano entregando os pilares da nossa estratégia de crescimento: aquisição de ativos em produção, baixo custo de operação, excelente eficiência operacional e redesenvolvimento de campos maduros. Nosso modelo de negócios foi cuidadosamente seguido ao longo de 2016, e para este ano não será diferente”, afirma o diretor financeiro da companhia, Blener Mayhew.

Desempenho operacional

Em 2016, o campo de Polvo produziu 2,97 milhões de barris, uma média de 8.145 barris por dia. A eficiência operacional foi de 93,4%, impactada pelos investimentos nos poços produtores, realizados no primeiro trimestre de 2016.

Apesar da curva de declínio natural de campos maduros, como o de Polvo, a produção de 2016 foi somente 2,7% menor do que no ano anterior (82,5kbbl). O gráfico abaixo apresenta a produção média nos últimos trimestres e as respectivas taxas de eficiência operacional.

Quanto aos custos de operação, houve redução de 16% quando comparado a 2015 e de 43% frente a 2014. Mesmo com produção mais baixa no ano passado em relação aos últimos anos, a companhia conseguiu obter um custo por barril de US$30,7/bbl em 2016 contra US$35,6/bbl e US$43,3/bbl nos períodos anteriores. Estes valores representam o menor custo de operação histórico para o campo de Polvo.

“Estamos otimistas quanto ao ano que se inicia. Temos um balanço favorável, livre de dívidas, uma posição de caixa relevante de US$ 159,3 milhões, além de uma equipe arrojada. Há oportunidades no Brasil bem como no exterior que monitoramos continuamente, de modo a expandir nossas fronteiras e aplicar o modelo de sucesso desenvolvido em Polvo em outras operações”, diz Blener.

Planos de crescimento

O atual cenário de baixo preço do petróleo, combinado a empresas alavancadas com programas de desinvestimentos para readequação de seus portfólios, cria oportunidades de aquisição de ativos, segundo o diretor financeiro.

Ao longo de 2016, a companhia participou ativamente dos projetos de desinvestimento da Petrobras e de outras oportunidades no exterior, em especial, no Golfo do México. Para 2017, ele acredita que será um ano de “excelentes oportunidades”.

“A Administração da PetroRio, assim como seu de time colaboradores está preparada para novos projetos a fim de entregar resultados que contribuam para o desenvolvimento sustentável da companhia. A PetroRio é uma organização focada em fusões e aquisições e é capaz de operar em contextos de preço baixo e margens apertadas. Por isso, continuaremos atentos às possibilidades que surjam no atual quadro de crise da indústria de óleo e gás e eventuais desinvestimentos de grandes empresas, bem como de companhias menores”, ressalta Nelson Queiroz Tanure.



Fonte: Redação/Assessoria
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar