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Economia

CNI prevê redução do custo da produção industrial

24/01/2013 | 17h25

 

A Confederação Nacional da Indústria, a CNI, acredita que as medidas tomadas pelo governo para redução do preço da energia elétrica e desoneração da folha de pagamento provoquem redução nos custos de produção. A expectativa é do gerente executivo da unidade de pesquisa da confederação, Renato da Fonseca. "Os efeitos das medidas não são imediatos. Os benefícios vão passando de empresa para empresa e os preços vão sofrendo mudanças num processo de realimentação na cadeia", explica o economista.
A CNI divulgou nesta qunta-feira (24) pesquisa sobre o custo de produção da indústria brasileira. Houve crescimento 10,6% no terceiro trimestre do ano passado, comparado com o mesmo período de 2011. A carga tributária subiu 7,1%, segundo o Indicador de Custos Industriais.
O custo do dinheiro para capital de giro caiu 30,7%, mas não foi suficiente para conter reajuste no custo industrial. Na indústria da transformação, houve agravamento da perda de competitividade dos produtos brasileiros provocada por dificuldades nas áreas de logística e inovação. A desvalorização do real frente ao dólar impediu que a perda de competitividade fosse maior, ressalta Renato Fonseca.

A Confederação Nacional da Indústria, a CNI, acredita que as medidas tomadas pelo governo para redução do preço da energia elétrica e desoneração da folha de pagamento provoquem redução nos custos de produção. A expectativa é do gerente executivo da unidade de pesquisa da confederação, Renato da Fonseca. "Os efeitos das medidas não são imediatos. Os benefícios vão passando de empresa para empresa e os preços vão sofrendo mudanças num processo de realimentação na cadeia", explica o economista.


A CNI divulgou nesta quinta-feira (24) pesquisa sobre o custo de produção da indústria brasileira. Houve crescimento de 10,6% no terceiro trimestre do ano passado, comparado com o mesmo período de 2011. A carga tributária subiu 7,1%, segundo o Indicador de Custos Industriais.


O custo do dinheiro para capital de giro caiu 30,7%, mas não foi suficiente para conter reajuste no custo industrial. Na indústria da transformação, houve agravamento da perda de competitividade dos produtos brasileiros provocada por dificuldades nas áreas de logística e inovação. A desvalorização do real frente ao dólar impediu que a perda de competitividade fosse maior, ressalta Renato Fonseca.



Fonte: Agência Brasil
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