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Longo Prazo

CNI apóia redução de taxa de juros, mas cobra maior acesso ao crédito

22/12/2006 | 00h00

Na quinta-feira, o Conselho Monetário Nacional (CMN) reduziu de 6,85% para 6,5% ao ano a TJLP, que serve de referência para os financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Esse é o menor percentual desde a criação da taxa, em 1994.

Em comunicado, a CNI avaliou que a nova taxa aumenta a competitividade das empresas nacionais: “A redução no custo do capital é essencial para estimular o investimento produtivo, única maneira de crescer de forma mais expressiva”.

A entidade ainda reivindica, na nota, mais medidas para que o aumento da produção no país ocorra de forma consistente, como a queda no spread bancários – diferença entre o custo para captar recursos e o do empréstimo. E afirma que os juros dos bancos precisam acompanhar a queda nas taxas oficiais, para que “os custos dos financiamentos sejam compatíveis com a realidade dos projetos”.

Em relação à cobrança de facilidade de acesso ao crédito, a CNI afirma que as empresas de pequeno e médio porte não conseguem obter crédito do BNDES e precisam recorrer a agentes financeiros intermediários.

O país, segundo a entidade, precisa eliminar outros fatores que representam entrave para o crescimento econômico. Entre esses fatores, o texto cita a carga tributária em torno de 37% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país), a burocracia, as incertezas jurídicas e a falta de marcos regulatórios para investimentos privados.


“Solucionar essas questões é, na visão da CNI, o caminho para garantir o crescimento sustentável do país”, finaliza a nota.



Fonte: Agência Brasil
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