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Internacional

Cientistas 'turbinam' produção de energia solar usando espinafre

06/09/2012 | 12h47

 

Uma equipe de cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, criou uma maneira de combinar a proteína da fotossíntese do espinafre, que permite transformar luz em energia, com silício, material usado em placas de energia solar.
A combinação produz uma corrente elétrica duas vezes e meia maior do que outras células solares que envolvem componentes biológicos, afirma o estudo. A voltagem também foi maior com a combinação.
O estudo, publicado no periódico científico "Advanced Materials", na terça-feira (4), mostrou que o silício é o material ideal para o "mix" com espinafre, quando a intenção é captar a energia solar.
"A combinação produziu corrente elétrica quase mil vezes maior do que se usássemos a proteína com outros tipos de metal", afirmou um dos responsáveis pelo projeto, o professor de química David Cliffel, em entrevista ao site da Universidade Vanderbilt.
O próximo passo é construir uma placa solar totalmente funcional usando os componentes, dizem os cientistas. O painel deve ter 60 centímetros de tamanho e será suficiente para produzir energia que acenda pequenos aparatos elétricos, como lâmpadas.
O projeto já foi premiado pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA e em uma feira nacional de design sustentável, de acordo com o site da Universidade Vanderbilt.
O uso de proteínas da fotossíntese para a produção de energia elétrica foi descoberto há 40 anos e vêm sendo aperfeiçoado continuamente, de acordo com a pesquisa.

Uma equipe de cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, criou uma maneira de combinar a proteína da fotossíntese do espinafre, que permite transformar luz em energia, com silício, material usado em placas de energia solar.


A combinação produz uma corrente elétrica duas vezes e meia maior do que outras células solares que envolvem componentes biológicos, afirma o estudo. A voltagem também foi maior com a combinação.


O estudo, publicado no periódico científico "Advanced Materials", na terça-feira (4), mostrou que o silício é o material ideal para o "mix" com espinafre, quando a intenção é captar a energia solar.


"A combinação produziu corrente elétrica quase mil vezes maior do que se usássemos a proteína com outros tipos de metal", afirmou um dos responsáveis pelo projeto, o professor de química David Cliffel, em entrevista ao site da Universidade Vanderbilt.


O próximo passo é construir uma placa solar totalmente funcional usando os componentes, dizem os cientistas. O painel deve ter 60 centímetros de tamanho e será suficiente para produzir energia que acenda pequenos aparatos elétricos, como lâmpadas.


O projeto já foi premiado pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA e em uma feira nacional de design sustentável, de acordo com o site da Universidade Vanderbilt.


O uso de proteínas da fotossíntese para a produção de energia elétrica foi descoberto há 40 anos e vêm sendo aperfeiçoado continuamente, de acordo com a pesquisa.



Fonte: G1
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