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Cotação

Chipre gera incertezas e petróleo opera em forte baixa

18/03/2013 | 10h30

 

Chipre gera incertezas e petróleo opera em forte baixa
Os contratos futuros do petróleo operam em forte baixa na manhã desta segunda-feira, pressionados pelas incertezas causadas na zona do euro após o fechamento de um acordo de resgate para o Chipre no fim de semana. A consequente valorização do dólar também pesa nos negócios.
Às 7h57 (de Brasília), o petróleo para abril negociado na bolsa mercantil de Nova York (Nymex) caía 1,08%, para US$ 92,44 o barril, enquanto o brent para maio recuava 1,51% na ICE, para US$ 108,16 o barril.
A crise da zona do euro voltou ao foco mais uma vez e gerou aversão ao risco após o bloco, numa atitude inédita, anunciar que vai introduzir um imposto sobre depósitos de bancos do Chipre para ajudar a financiar o programa de ajuda para o sistema financeiro da ilha.
As ramificações de curto prazo incluem a retirada dos investidores do mercado, afirmaram analistas do Commerzbank em nota a clientes. "Venda se você vê o Chipre como novo padrão da (zona do euro) ou compre se você acha que esse é um acordo único", comentou Dominick Chirichella, do Energy Management Institute.
Para a Capital Spreads, apesar de garantias de Bruxelas de que o Chipre é um caso especial e que impostos não vão se tornar um instrumento de política, "depositantes de toda a Europa duvidam de sua sinceridade e temem que um novo precedente tenha sido estabelecido para países muito endividados da zona do euro".
A princípio, o Parlamento do Chipre iria avaliar o pacote de resgate hoje, mas a votação foi adiada e deverá acontecer nesta terça-feira.
O avanço do dólar ante o euro também prejudica os contratos do petróleo que, por serem cotados na moeda norte-americana, tornam-se menos atraentes para investidores que usam outras divisas. 

Os contratos futuros do petróleo operam em forte baixa na manhã desta segunda-feira, pressionados pelas incertezas causadas na zona do euro após o fechamento de um acordo de resgate para o Chipre no fim de semana. A consequente valorização do dólar também pesa nos negócios.


Às 7h57 (de Brasília), o petróleo para abril negociado na bolsa mercantil de Nova York (Nymex) caía 1,08%, para US$ 92,44 o barril, enquanto o brent para maio recuava 1,51% na ICE, para US$ 108,16 o barril.
A crise da zona do euro voltou ao foco mais uma vez e gerou aversão ao risco após o bloco, numa atitude inédita, anunciar que vai introduzir um imposto sobre depósitos de bancos do Chipre para ajudar a financiar o programa de ajuda para o sistema financeiro da ilha.


As ramificações de curto prazo incluem a retirada dos investidores do mercado, afirmaram analistas do Commerzbank em nota a clientes. "Venda se você vê o Chipre como novo padrão da (zona do euro) ou compre se você acha que esse é um acordo único", comentou Dominick Chirichella, do Energy Management Institute.


Para a Capital Spreads, apesar de garantias de Bruxelas de que o Chipre é um caso especial e que impostos não vão se tornar um instrumento de política, "depositantes de toda a Europa duvidam de sua sinceridade e temem que um novo precedente tenha sido estabelecido para países muito endividados da zona do euro".


A princípio, o Parlamento do Chipre iria avaliar o pacote de resgate hoje, mas a votação foi adiada e deverá acontecer nesta terça-feira.


O avanço do dólar ante o euro também prejudica os contratos do petróleo que, por serem cotados na moeda norte-americana, tornam-se menos atraentes para investidores que usam outras divisas. 

 



Fonte: Dow Jones
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