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Minério

Chinesa: minério escoado pelo Cipp

30/06/2011 | 15h33
Na última terça-feira, 28, investidores chineses interessados na exploração e exportação do minério de ferro visitaram o Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede), atraídos pelo porte e pela localização estratégica do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). O grupo é da empresa Shangai Jimeng Industrial e pretende coletar o minério disponível no Nordeste, mantendo o Ceará como base de apoio para o escoamento do insumo. Eles foram recebidos pelo presidente do Cede, Ivan Bezerra.

Pleitos

O presidente da empresa, Liu Quon Xian, procurou o Governo do Estado em busca de apoio no que diz respeito à redução de impostos e custos para a montagem da infraestrutura necessária no Porto. De acordo com a Agência de Desenvolvimento do Estado (Adece), a construção do píer com a correia transportadora de minério de ferro já estava prevista no projeto de ampliação do Cipp e deverá ficar pronto em 2014.

Os investidores chineses explicaram que pretendem trabalhar com cooperativas de pequenos e médios mineradores e se comprometem a elaborar e encaminhar ao Cede um projeto detalhado sobre as atividades que planejam executar no Estado. Na manhã de ontem, o grupo visitou o Porto para conhecer melhor sua estrutura.

Plano para o Cipp

Ontem, técnicos da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) apresentaram à Seinfra (Secretaria da Infraestrutura) e à Cearáportos o Plano Básico de Ação (PBA) do Cipp. O PBA está sendo elaborado como forma de definir um formato de gestão para o Complexo que abranja o meio ambiente, educação, inserção regional responsável e infraestrutura.

Cada pasta do Governo contribuirá com propostas para a melhoria e organização do Cipp e do seu entorno, que compreende municípios como Caucaia e São Gonçalo do Amarante. Até agora, estão em execução apenas o mosaico de unidade de conservação - que trabalha de forma unificada as áreas de proteção ambiental do Complexo -, o centro de convivência e a sede dos bombeiros e da polícia ambiental, além do monitoramento das medidas mitigadoras dos empreendimentos da região, confirme explicou a assessora de desenvolvimento institucional da Semace, Sônia Sousa.


Fonte: Diário do Nordeste
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