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Combustíveis

China tem interesse em álcool do Brasil

12/04/2005 | 00h00

O governo está confiante na conquista de um enorme mercado para as exportações de álcool combustível e suas tecnologias desenvolvidas em 30 anos de experiência. Uma missão de técnicos chineses iniciou ontem uma série de encontros com autoridades e empresários brasileiros. Eles estão interessados nas políticas de incentivo ao uso do etanol e nos motores bicombustíveis.
O secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Antonio Sérgio de Melo, confirmou que o objetivo imediato é desenvolver um projeto-piloto e exportar no futuro. O chefe da missão chinesa, Sun Xiaokang, informou ontem que seu país importa aproximadamente 100 milhões de toneladas de petróleo por ano. Além disso, nove das 31 províncias chinesas já estão adicionando álcool à gasolina. Isso representa um consumo de 1 bilhão de litros por ano.
"A China é um país em desenvolvimento que vem crescendo rapidamente. Essa situação traz novos desafios e um deles é a carência de combustíveis", explicou Xiaokang. A produção de álcool combustível na China tem o milho como base. O Brasil tem o menor custo de produção do mundo, a partir da cana-de-açúcar: US$ 0,20 por litro.
Além das vantagens brasileiras, o potencial de desenvolvimento de um mercado mundial de álcool combustível também é grande pelas exigências ambientais. Com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, o mercado de créditos de carbono vai crescer, o que aumentará a demanda por combustíveis menos poluentes. O Brasil é o maior produtor e maior exportador de álcool no mundo, mas quer ampliar o mercado. Assim, tem interesse na venda de tecnologia para potenciais produtores.



Fonte: Valor Econômico
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