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Cooperação

China quer parceria com Brasil em petróleo

25/04/2014 | 17h20

 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, afirmou nesta sexta-feira, 25, que o País quer estabelecer uma parceria de longo prazo e estável com países da América Latina, incluindo Brasil e Venezuela, para projetos de petróleo e gás natural.
Segundo o ministro, a importação chinesa de petróleo e gás da América Latina representa apenas 10% de tudo o que a China compra do mundo e, portanto, a colaboração com a região tem grande potencial. "A China importa uma grande quantidade de petróleo e gás natural e essa é uma demanda de longo prazo", ressaltou.
Wang Yi disse ainda que o país se interessa por qualquer projeto de infraestrutura no Brasil. Segundo ele, as possibilidades de investimento nessa área são positivas dada a alta competitividade das empresas chinesas. Questionado sobre as áreas de interesse dos chineses, ele respondeu: "Todos os tipos de ferrovias, incluindo as de alta velocidade, projetos de geração de eletricidade, incluindo elétrica, térmica e nuclear, e todos os tipos de rodovia".
O ministro esteve em Brasília para copresidir, com o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, a sessão inaugural do Diálogo Estratégico Global Brasil-China, que foi estabelecido em 2012 com o objetivo de ampliar as relações bilaterais entre os Países. 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, afirmou nesta sexta-feira (25), que o país quer estabelecer uma parceria de longo prazo e estável com países da América Latina, incluindo Brasil e Venezuela, para projetos de petróleo e gás natural.

Segundo o ministro, a importação chinesa de petróleo e gás da América Latina representa apenas 10% de tudo o que a China compra do mundo e, portanto, a colaboração com a região tem grande potencial. "A China importa uma grande quantidade de petróleo e gás natural e essa é uma demanda de longo prazo", ressaltou.

Wang Yi disse ainda que o país se interessa por qualquer projeto de infraestrutura no Brasil. Segundo ele, as possibilidades de investimento nessa área são positivas dada a alta competitividade das empresas chinesas. Questionado sobre as áreas de interesse dos chineses, ele respondeu: "Todos os tipos de ferrovias, incluindo as de alta velocidade, projetos de geração de eletricidade, incluindo elétrica, térmica e nuclear, e todos os tipos de rodovia".

O ministro esteve em Brasília para copresidir, com o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, a sessão inaugural do Diálogo Estratégico Global Brasil-China, que foi estabelecido em 2012 com o objetivo de ampliar as relações bilaterais entre os Países. 

 



Fonte: Redação, com agências
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