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E&P

Chevron segue Shell e extrai óleo no Brasil

18/08/2004 | 00h00

A gigante americana Chevron Texaco deverá ser a segunda grande multinacional a produzir petróleo no país. Segundo o gerente-geral da Chevron Brasil, César Muniz, a companhia deverá iniciar a produção do campo de Frade, na Bacia de Campos, em dezembro de 2006. O investimento no desenvolvimento da produção será de US$ 1,3 bilhão.
A produção no campo operado pela Chevron, com participação da Petrobras e de um consórcio japonês, deverá chegar a 100 mil barris diários. A única gigante do setor a produzir no Brasil é a anglo-holandesa Shell, com 60 mil barris/ dia.
Muniz justificou a ausência da Chevron na 6ª Rodada pelo número de blocos que a companhia já explora no país.
Um dia depois de recuar com a vitória do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em referendo que o confirmou no cargo, o preço do barril voltou a estabelecer recorde na Bolsa Mercantil de Nova York diante da expectativa de que a produção não vai conseguir atender a crescente demanda. O barril do tipo leve, referência local, terminou o dia em alta de 1,5%, aos US$ 46,75, nova máxima histórica de fechamento. Durante os negócios, a cotação também voltou a se aproximar dos US$ 47, atingindo recordes US$ 46,95. Em Londres, o barril do tipo Brent, referência global, também fechou em alta, de 0,7%, aos US$ 42,99, mas não alcançou a marca histórica de US$ 44,11 da véspera.
O mercado recebeu mal declaração do representante líbio na Organização dos Países Exportadores de Petróleo, Hammouda El-Aswad, de que o cartel pouco pode fazer para baixar os preços. Segundo ele, o aumento do fornecimento pelo grupo vai demorar, reforçando a perspectiva de que a Opep já está próxima de sua capacidade total.
- Mesmo que possamos ampliar nossa capacidade, isso não será feito da noite para o dia. Levará um, dois ou três meses, dependendo da situação de cada país - disse.
A retomada da economia americana, somada à ainda forte expansão da China, levou o consumo global de petróleo a recordes 82,2 milhões de barris diários, segundo a Agência Internacional de Energia. Além disso, o mercado teme interrupções na produção - no Iraque e na Arábia Saudita por causa do terrorismo e na Rússia pela crise na gigante Yukos -, pondo ainda mais pressão sobre um fornecimento no limite.



Fonte: Jornal do Brasil
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