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Campo de Frade

Chevron e Transocean são liberadas de acusações

21/02/2013 | 12h48

 

A Justiça brasileira retirou nesta quinta-feira (21) as acusações sobre Chevron e Transocean referentes ao vazamento de petróleo ocorrido no campo de Frade, na bacia de Campos, em 2011. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de ambas as companhias.
“Estamos aliviados com essa decisão do tribunal”, disse a americana Chevron, em nota. “Mas nos comprometemos a colaborar para que qualquer problema adicional seja resolvido”, acrescentou. “Nossa equipe fez tudo o que estava a seu alcance, agindo de maneira responsável, apropriada e rápida”, completou a Transocean, que operava as sondas de exploração no local.
A decisão da Justiça encerra ao menos uma das partes na batalha legal envolvendo o acidente em Frade. As duas companhias chegaram a ser proibidas de continuar atuando no projeto, uma paralisação que foi de março a dezembro do ano passado. O impedimento afetou o resultado do quarto trimestre da Chevron.
A resolução também ajuda a Petrobras, que controla 30% do empreendimento - 51,7% são da Chevron Brasil, que opera o campo. Em setembro, a estatal entrou com recurso na Justiça pedindo a liberação das atividades das duas empresas. Em 2011, a produção média do projeto foi de 70 mil barris de óleo equivalente por dia, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) à época.

A Justiça brasileira retirou nesta quinta-feira (21) as acusações sobre Chevron e Transocean referentes ao vazamento de petróleo ocorrido no campo de Frade, na bacia de Campos, em 2011. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de ambas as companhias.


“Estamos aliviados com essa decisão do tribunal”, disse a americana Chevron, em nota. “Mas nos comprometemos a colaborar para que qualquer problema adicional seja resolvido”, acrescentou. “Nossa equipe fez tudo o que estava a seu alcance, agindo de maneira responsável, apropriada e rápida”, completou a Transocean, que operava as sondas de exploração no local.


A decisão da Justiça encerra ao menos uma das partes na batalha legal envolvendo o acidente em Frade. As duas companhias chegaram a ser proibidas de continuar atuando no projeto, uma paralisação que foi de março a dezembro do ano passado. O impedimento afetou o resultado do quarto trimestre da Chevron.


A resolução também ajuda a Petrobras, que controla 30% do empreendimento - 51,7% são da Chevron Brasil, que opera o campo. Em setembro, a estatal entrou com recurso na Justiça pedindo a liberação das atividades das duas empresas. Em 2011, a produção média do projeto foi de 70 mil barris de óleo equivalente por dia, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) à época.

 



Fonte: Valor Online
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