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Vazamento

Chevron é impedida de perfurar no Brasil

24/11/2011 | 09h28
A Diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), determinou ontem (23) a suspensão das atividades de perfuração no Campo de Frade até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e restabelecidas as condições de segurança na área. De acordo com uma nota divulgada pela agência, estão susénsas todas as atividade de perfuração da Chevron do Brasil Ltda. no território nacional.

A ANP rejeitou, na mesma decisão, o pedido da concessionária para perfurar novo poço no Campo de Frade com o objetivo de atingir o pré-sal. "A Diretoria entende que a perfuração de reservatórios no pré-sal implicaria riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade". A medida não alcança as atividades necessárias ao abandono definitivo do poço 9-FR-50DP-RJS e a restauração das suas condições de segurança.

A agência se baseou em análises e observações técnicas, que evidenciam negligência, por parte da concessionária na apuração de dado fundamental para a perfuração de poços e na elaboração e execução de cronograma de abandono, além de falta de maior atenção às melhores práticas da indústria.


Presidente da Chevron diz que empresa agiu rápido

Ao participar de audiência convocada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados para analisar o vazamento de petróleo em Campos, o presidente da Chevron, George Buck, afirmou que a empresa agiu “com a maior rapidez e eficiência possíveis” para conter o vazamento de óleo de um dos poços de exploração do grupo.
 
O executivo também pediu desculpas ao povo e ao governo brasileiro, e disse que a Chevron tem “profundo respeito” pelas instituições e as leis do país. “Esperamos continuar sendo parceiros do Brasil no trabalho de desenvolver os recursos e ajudar o Brasil a se tornar uma superpotência”.
 
Buck disse que a prioridade da empresa, ao saber do vazamento, foi proteger os trabalhadores da plataforma e o meio ambiente. “Agimos com a maior responsabilidade a partir do momento em que soubemos do acidente. A primeira prioridade da nossa atuação foi proteger o pessoal dentro e em torno da operação, para que ninguém sofresse nenhum tipo de ferimento. A segunda foi proteger o meio ambiente”, assegurou.

O executivo disse que o vazamento de óleo do poço foi controlado em quatro dias, o que, segundo ele, é considerado “de uma rapidez excepcional” por especialistas em vazamento de petróleo. Buck disse que a Chevron está investigando as causas do acidente e que os resultados da apuração serão divulgados, com transparência, para o governo e para a sociedade brasileira.

“Estamos trabalhamos com transparência e em colaboração com as autoridades brasileiras. Nos primeiros dias, a divulgação das informações foi confusa. Mas todas as informações da investigação serão apresentadas. Nosso intuito é que isso jamais se repita no Brasil, nem em qualquer outro lugar do mundo”.

A mancha de óleo na superfície do oceano está diminuindo de tamanho e se afastando da costa, mas ainda tem cerca de 6 quilômetros de extensão e 2 quilômetros quadrados (km²) de área, segundo informações divulgadas hoje pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). No dia 18, a mancha tinha cerca de 12 km². 


Fonte: Redação
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