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Produtividade

CEO da Siemens enfatiza papel da indústria como vetor de crescimento em congresso da Abimaq

09/09/2015 | 16h20
CEO da Siemens enfatiza papel da indústria como vetor de crescimento em congresso da Abimaq
Divulgação Divulgação

 

No dia 16 de setembro acontece em São Paulo o primeiro Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O encontro, que tem como objetivo ampliar o diálogo entre os principais expoentes do setor no País, conta com o patrocínio da Siemens, uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de alta tecnologia para a indústria em todo o mundo.
Na ocasião, Paulo Stark, presidente e CEO da Siemens no Brasil, vai participar do painel I, com a palestra “A Indústria de Bens de Capital como Vetor do Crescimento”. Ao lado de personalidades renomadas da economia, como Antônio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, e Paulo Rabello de Castro, doutor em Economia pela Universidade de Chicago, Stark vai debater como empresas que fornecem equipamentos para toda a indústria podem impulsionar o aumento da produtividade, atualmente o principal obstáculo para o crescimento do País.
“A saída para o crescimento econômico é o aumento consistente da nossa competitividade”, afirma o presidente e CEO da Siemens no Brasil. “Com as recentes crises financeiras internacionais, ficou evidente o papel estratégico da indústria nas economias mais bem sucedidas, como China, Alemanha e Estados, todos preocupados em preparar seus produtivos para um cenário cada vez mais competitivo ”, diz. “Hoje, a discussão está focada em como a tecnologia pode contribuir para o aumento na produtividade, funcionando como fator chave para a retomada do crescimento no Brasil”, completa o executivo.
A Siemens faz parte de um movimento global chamado de Indústria 4.0, que estimula o uso de alta tecnologia como propulsor da produtividade na indústria. Na Alemanha, com grande apoio do governo, o movimento já está em fase avançada, e hoje é considerado um dos principais suportes que permitiu ao país enfrentar a crise global de 2008. Com isso, a indústria alemã voltou a ter participação relevante na economia local, enfrentando a concorrência do baixo custo profissional chinês, com tecnologia e inovação.
Produtividade na indústria
Empresa de origem alemã, mas com operações em todo o mundo, a Siemens busca levar esta experiência de sucesso para outros países, como o Brasil, considerado estratégico para a empresa. Em encontro recente com a presidente Dilma Rousseff, Joe Kaeser, CEO global da empresa, teve a oportunidade de apresentar a experiência do país europeu, reforçando que empresas desenvolvedoras de tecnologias que estimulam a produtividade podem atuar como parceiras do País, especialmente em momentos de dificuldade econômica.
“Este congresso da Abimaq acontece em um momento muito oportuno para esta discussão sobre a produtividade na indústria. O empreendedor brasileiro se interessa muito por tecnologia e compreende a necessidade de investimentos para se manter produtivo e competitivo”, reforça Stark. “Com o uso de tecnologias de automação e digitalização, podemos produzir mais e melhor, permitindo à indústria brasileira uma participação maior no PIB do Brasil, que hoje ainda é muito sensível às flutuações no mercado internacional de commodities”, finaliza.                         

No dia 16 de setembro acontece em São Paulo o primeiro Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O encontro, que tem como objetivo ampliar o diálogo entre os principais expoentes do setor no País, conta com o patrocínio da Siemens, uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de alta tecnologia para a indústria em todo o mundo.

Na ocasião, Paulo Stark, presidente e CEO da Siemens no Brasil, vai participar do painel I, com a palestra “A Indústria de Bens de Capital como Vetor do Crescimento”. Ao lado de personalidades renomadas da economia, como Antônio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, e Paulo Rabello de Castro, doutor em EPconomia pela Universidade de Chicago, Stark vai debater como empresas que fornecem equipamentos para toda a indústria podem impulsionar o aumento da produtividade, atualmente o principal obstáculo para o crescimento do País.

“A saída para o crescimento econômico é o aumento consistente da nossa competitividade”, afirma o presidente e CEO da Siemens no Brasil. “Com as recentes crises financeiras internacionais, ficou evidente o papel estratégico da indústria nas economias mais bem sucedidas, como China, Alemanha e Estados, todos preocupados em preparar seus produtivos para um cenário cada vez mais competitivo ”, diz. “Hoje, a discussão está focada em como a tecnologia pode contribuir para o aumento na produtividade, funcionando como fator chave para a retomada do crescimento no Brasil”, completa o executivo.

A Siemens faz parte de um movimento global chamado de Indústria 4.0, que estimula o uso de alta tecnologia como propulsor da produtividade na indústria. Na Alemanha, com grande apoio do governo, o movimento já está em fase avançada, e hoje é considerado um dos principais suportes que permitiu ao país enfrentar a crise global de 2008. Com isso, a indústria alemã voltou a ter participação relevante na economia local, enfrentando a concorrência do baixo custo profissional chinês, com tecnologia e inovação.

Produtividade na indústria
Empresa de origem alemã, mas com operações em todo o mundo, a Siemens busca levar esta experiência de sucesso para outros países, como o Brasil, considerado estratégico para a empresa. Em encontro recente com a presidente Dilma Rousseff, Joe Kaeser, CEO global da empresa, teve a oportunidade de apresentar a experiência do país europeu, reforçando que empresas desenvolvedoras de tecnologias que estimulam a produtividade podem atuar como parceiras do País, especialmente em momentos de dificuldade econômica.

“Este congresso da Abimaq acontece em um momento muito oportuno para esta discussão sobre a produtividade na indústria. O empreendedor brasileiro se interessa muito por tecnologia e compreende a necessidade de investimentos para se manter produtivo e competitivo”, reforça Stark. “Com o uso de tecnologias de automação e digitalização, podemos produzir mais e melhor, permitindo à indústria brasileira uma participação maior no PIB do Brasil, que hoje ainda é muito sensível às flutuações no mercado internacional de commodities”, finaliza.                         

 



Fonte: Redação/Assessoria
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