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Petrobras

Centro de Simuladores de Navios usará tecnologia no treinamento de marítimos

23/01/2015 | 09h36
Centro de Simuladores de Navios usará tecnologia no treinamento de marítimos
Agência Petrobras Agência Petrobras

O Sistema Petrobras terá uma nova ferramenta para garantir ainda mais eficiência, qualidade e segurança ao transporte marítimo de sua produção. Entra em operação em fevereiro o Centro de Simuladores, conjunto de modernos equipamentos que elevará o nível de treinamento e qualificação dos profissionais que operam a frota da Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras.

A ferramenta foi construída com tecnologia 100% brasileira, em parceria com a USP e o Cenpes. São oito simuladores de náutica e um de máquinas que permitem a comandantes, timoneiros e oficiais vivenciarem, de forma bastante realista, toda a operação de um navio. Os equipamentos são idênticos aos das embarcações e recriam ambientes externos muito parecidos com aqueles visualizados pelos tripulantes durante o trabalho, tanto em alto mar como durante manobras de entrada, atracação e saída de portos e terminais.

Com o Centro de Simuladores, a Transpetro parte do princípio de que é necessário ir além do investimento na construção de novos navios. É fundamental investir em tecnologia para capacitar e reciclar os profissionais que operam essas embarcações cada vez mais modernas.

Os equipamentos foram projetados a partir dos próprios navios da companhia, como os petroleiros Rômulo Almeida, João Cândido e Zumbi dos Palmares, três dos oito novos navios do Promef que já estão em operação. Desta forma, a atuação dos profissionais durante os exercícios fica muito próxima da realidade que encontram diariamente no mar.

Para as aulas, serão formados grupos de quatro alunos – um comandante, um timoneiro e dois oficiais. Uma psicóloga ficará responsável por aplicar a base teórica, utilizando como exemplos acidentes marítimos recentes, com o objetivo de envolver o grupo em um ambiente de anormalidade.

Em seguida, os alunos vão se deparar com situações de risco de baixa e alta complexidade que podem ser vivenciadas por tripulações no mar, como falha de equipamentos, tempestades e baixa visibilidade. As ações e reações do grupo durante os exercícios serão monitoradas em tempo real, por meio de câmeras, por uma equipe de profissionais que, em seguida, irá repassar aos alunos todos os pontos fortes e as oportunidades de melhoria observadas.



Fonte: Agência Petrobras
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