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Indústria Naval

Celso Furtado foi lançado em mar fluminense ontem

25/06/2010 | 09h08
Celso Furtado foi lançado em mar fluminense ontem
Celso Furtado foi lançado em mar fluminense ontem Celso Furtado foi lançado em mar fluminense ontem
Foi batizado e lançado ao mar ontem (24), no Estaleiro Mauá, o navio Celso Furtado, primeiro navio construído no estado do Rio para o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro. O batimento de quilha do segundo dos quatro navios de produtos encomendados no Estaleiro Mauá pelo Promef, simbolizando o início da montagem da embarcação também foi realizado ontem.


O lançamento teve a presença do ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, da presidente em exercício da Petrobras, Graça Foster, e do presidente da Transpetro, Sergio Machado. Além de diversas autoridades do setor, do município de Niterói e do Estado do Rio de Janeiro. O evento marcou o reencontro do estado, berço da indústria naval no País, com uma de suas vocações econômicas.


O navio foi batizado com o nome de Celso Furtado, em homenagem ao economista que participou da criação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e lançou os fundamentos do mais recente ciclo de crescimento do país. Como madrinha, a Transpetro resolveu homenagear sua força de trabalho, escolhendo Giovana da Silva Almeida de Morais, funcionária do quadro de marítimos, hoje imediata do navio Pedreiras. “É uma honra ter sido escolhida madrinha representando os marítimos. Meu sonho é ser, no futuro, comandante de um dos novos navios do Promef”, afirmou Giovana.


“Este lançamento tem um significado histórico muito grande, já que foi aqui mesmo na Ponta D’Areia onde a tradição brasileira de construir navios começou. Estamos retomando esta tradição”, destacou o presidente da Transpetro, Sergio Machado.


O presidente da Transpetro lembrou ainda que a construção dos 49 novos navios da empresa vai gerar cerca de 200 mil empregos diretos e indiretos ao país. Do total previsto, já foram licitadas 46 embarcações, com 38 contratadas. Os últimos três navios do programa estão em fase final de licitação.


A presidente em exercício da Petrobras, Graça Foster, destacou a decisão governamental de investir na indústria nacional. “Não posso deixar de lembrar o quanto a decisão de ampliar o conteúdo nacional foi fundamental para que a indústria de bens e serviços, especialmente na cadeia de petróleo e gás, resgatasse sua posição. O Rio de Janeiro precisava retomar sua tradição.”


Pedro Brito, ministro da Secretaria Especial de Portos, também destacou o estabelecimento da indústria naval brasileira em bases competitivas. “O parque naval que estamos inaugurando neste país tem que estar preparado para competir com o mundo inteiro. Não tenho dúvidas de que a decisão do presidente Lula nos conduzirá neste caminho”.


Com a encomenda de 49 navios do Promef, um dos principais projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os estaleiros foram modernizados e surgiram novas unidades de produção, como o Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco. Hoje, cinco anos após o lançamento do Promef, o Brasil já possui a quarta maior carteira mundial de encomendas de petroleiros.


Fonte: Redação
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