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Cana de Açúcar

Ceará busca investidor para usina de etanol

27/01/2014 | 09h58

 

O governo do Ceará busca investidor privado para a usina de etanol adquirida em junho passado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece). O empreendimento, localizado no município de Barbalha, já chegou a empregar 1.600 trabalhadores na década de 1990 e precisa, agora, de até R$ 35 milhões para que seja recuperado. Dois empresários americanos já demonstraram interesse.
“Houve uma decisão do governo de que a restauração da usina fique a cargo do empresário que a assuma. Ainda não está definido todo o processo, mas o governo ou vende para a empresa ou participa de uma sociedade, com o valor que já foi investido na compra da usina”, explica o presidente da Adece, Roberto Smith. A Usina Manoel Costa Filho, como é denominada, foi arrematada em leilão promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT/CE) ao valor de R$ 15,48 milhões.
Desativação
O equipamento foi desativado em 2004, por conta de dívidas trabalhistas. Segundo Smith, o valor para a recuperação da usina está orçado entre R$ 25 milhões e R$ 35 milhões. “Além disso, tem o investimento na preparação da área agrícola, de oito mil hectares, que podem ser alugados ou comprados pelo investidor”, explica.
Arrendamento
Estas terras não ficam, entretanto, contíguas à usina, mas pertencem a proprietários nos arredores que já demonstraram ao governo estadual disposição para arrendá-las. Conforme Smith, a produção de açúcar e álcool deverá ser feita de uma forma mais mecanizada, por motivos de economia de custos.
Desta forma, não deverá ser responsável por uma grande geração de empregos, a despeito do que chegou a ser no passado. Todavia, como precisará adquirir cana-de-açúcar para sua produção, a usina deverá gerar benefício social à região do Cariri, uma vez que esta, em um raio de 100 quilômetros, abrange 19 municípios que têm aproximadamente mil produtores de cana-de-açúcar, conforme já informou o titular da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Nelson Martins.
Recursos hídricos em 2015
Contudo, mesmo que a aquisição da usina seja feita a curto prazo, a sua viabilização só poderá ocorrer após o primeiro semestre de 2015. Isso porque esse é o prazo previsto para que cheguem os recursos hídricos necessários ao equipamento, que virão por meio do Cinturão das Águas, que passará a três quilômetros da usina.
Investidores
O presidente da Adece informou que já existem investidores de olho na usina cearense. “O Alexandre Pereira (presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado - Cede) está participando de uma missão no Vale do Silício, nos Estados Unidos, e me telefonou, dizendo que existem dois empresários de lá que estão interessados no empreendimento”, informou. Além destes, Smith acrescentou que também existem outros com os quais a Adece já vem mantendo conversações.

O governo do Ceará busca investidor privado para a usina de etanol adquirida em junho passado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece). O empreendimento, localizado no município de Barbalha, já chegou a empregar 1.600 trabalhadores na década de 1990 e precisa, agora, de até R$ 35 milhões para que seja recuperado. Dois empresários americanos já demonstraram interesse.

“Houve uma decisão do governo de que a restauração da usina fique a cargo do empresário que a assuma. Ainda não está definido todo o processo, mas o governo ou vende para a empresa ou participa de uma sociedade, com o valor que já foi investido na compra da usina”, explica o presidente da Adece, Roberto Smith. A Usina Manoel Costa Filho, como é denominada, foi arrematada em leilão promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT/CE) ao valor de R$ 15,48 milhões.


Desativação

O equipamento foi desativado em 2004, por conta de dívidas trabalhistas. Segundo Smith, o valor para a recuperação da usina está orçado entre R$ 25 milhões e R$ 35 milhões. “Além disso, tem o investimento na preparação da área agrícola, de oito mil hectares, que podem ser alugados ou comprados pelo investidor”, explica.


Arrendamento

Estas terras não ficam, entretanto, contíguas à usina, mas pertencem a proprietários nos arredores que já demonstraram ao governo estadual disposição para arrendá-las. Conforme Smith, a produção de açúcar e álcool deverá ser feita de uma forma mais mecanizada, por motivos de economia de custos.

Desta forma, não deverá ser responsável por uma grande geração de empregos, a despeito do que chegou a ser no passado. Todavia, como precisará adquirir cana-de-açúcar para sua produção, a usina deverá gerar benefício social à região do Cariri, uma vez que esta, em um raio de 100 quilômetros, abrange 19 municípios que têm aproximadamente mil produtores de cana-de-açúcar, conforme já informou o titular da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Nelson Martins.


Recursos hídricos em 2015

Contudo, mesmo que a aquisição da usina seja feita a curto prazo, a sua viabilização só poderá ocorrer após o primeiro semestre de 2015. Isso porque esse é o prazo previsto para que cheguem os recursos hídricos necessários ao equipamento, que virão por meio do Cinturão das Águas, que passará a três quilômetros da usina.


Investidores

O presidente da Adece informou que já existem investidores de olho na usina cearense. “O Alexandre Pereira (presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado - Cede) está participando de uma missão no Vale do Silício, nos Estados Unidos, e me telefonou, dizendo que existem dois empresários de lá que estão interessados no empreendimento”, informou. Além destes, Smith acrescentou que também existem outros com os quais a Adece já vem mantendo conversações.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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