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Energia

CCEE: afluências de agosto devem ficar próximas à média histórica

04/08/2015 | 10h00

 

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE apresentou nesta segunda-feira (29/6), durante o InfoPLD ao vivo (exibido em www.ccee.org.br/aovivo), análise do comportamento das afluências no Sistema Interligado Nacional – SIN em julho e a previsão para agosto. Os altos índices de precipitações, considerados atípicos para a época do ano, colaboraram para a permanência do PLD abaixo do teto estabelecido pela Agência Nacional de Energia – Aneel, fixado em R$ 240,08/MWh no submercado Sudeste/Centro-Oeste.
 
Durante o evento, o gerente de Preço da CCEE, Rodrigo Sacchi, comentou que o comportamento, apesar de atípico para os meses de inverno, já era esperado e possibilitou a entrada sucessiva de frentes frias no Sul, aumentando as afluências na região com reflexos também no Sudeste.
 
“Na primeira quinzena de agosto, não esperamos índices de precipitação na mesma magnitude de julho, mas é possível que os volumes aumentem novamente a partir da segunda quinzena. Nos próximos meses, o El Niño, que está se formando de forma moderada, deve impactar as afluências no Sul”, afirma Sacchi.
 
As afluências observadas em todo o sistema, em julho, ficaram em 156% da média histórica. Os destaques do mês analisado foram os submercados Sudeste e Sul com afluências de 133% e 259% da Média de Longo Termo – MLT, respectivamente. A Energia Natural Afluente -ENA do Nordeste ficou em 50% da média histórica, enquanto os números do Norte atingiram 85% da MLT.
 
Os níveis dos reservatórios das hidrelétricas também foram destacados durante a apresentação, com ênfase para o Sudeste, que atingiu 37,4% da capacidade ao final do mês frente perante os 36,2% registrados anteriormente. No Nordeste, o índice caiu 3%, ficando em 22,5%. No Norte, mesmo com a manutenção ainda elevada dos valores de armazenamento (75,6%), houve redução de 5 p.p, explicada pelo atraso do fim do período chuvoso na região. O Sul, por sua vez, segue com o maior aumento, atingindo 96,8%, ou 33,4 p.p a mais quando comparado ao mês anterior.
 
Sacchi destacou ainda a revisão extraordinária de carga para o SIN em 2015, antecipada de setembro para agosto, reflexo do comportamento de consumo nos ambientes de contratação livre (-5,3%) e regulado (-1,6%), em julho, na comparação com o consumo no mesmo período do ano passado. “A resposta aos preços elevados do PLD no ACL e ao aumento das tarifas no ACR foi a revisão de carga antes do previsto”, explicou o executivo.
Ainda em relação ao PLD, vale destacar os impactos da redução no consumo e da melhora das afluências no preço para a primeira semana de agosto, que foi fixado em R$ 118/MWh para todos os submercados. “A tendência é que o PLD fique bem abaixo do teto estabelecido pela Aneel até o final do ano”, conclui Sacchi
 
Projeção preliminar do PLD 
Durante o InfoPLD ao vivo, também foi apresentada a projeção preliminar dos 14 meses à frente do PLD que, em razão de um problema no processamento, utilizou dados da penúltima semana de julho. A análise aponta que o PLD deva ficar entre R$ 150/MWh e R$ 70/MWh até o fim de 2015.
 
Entenda o PLD
 
O PLD é o preço de referência do mercado de curto prazo, utilizado para precificar o que foi gerado e o que foi consumido de energia elétrica por todos os participantes do mercado (que operam no âmbito da CCEE).
 
A CCEE apura mensalmente o total de energia consumido pelos consumidores que compram no Ambiente de Comercialização Livre -ACL e pelos cativos do Ambiente de Contratação Regulado - ACR. Os contratos negociados no mercado livre, fechados entre o comprador e o vendedor (pelos geradores, comercializadores e consumidores livres e especiais) e pagos bilateralmente, também são registrados na CCEE. Por sua vez, no mercado cativo os contratos são fechados em leilões regulados pelo governo, informações também registradas pela CCEE. Caso haja mais consumo ou geração do que os montantes contratuais registrados, essas diferenças são liquidadas mensalmente no mercado spot (à vista ou de curto prazo, como também é conhecido). Todos os devedores (subcontratados) pagam em igual proporção para os credores (sobrecontratados).
 
O valor utilizado para este acerto é o Preço da Liquidação das Diferenças – PLD que é calculado semanalmente pela CCEE e, após Audiência Pública da Aneel - 054/2014 -tem valor teto de R$ 388,48 /MWh e piso de R$30,26/MWh, vigentes a partir da primeira semana operacional de janeiro/2015.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE apresentou nesta segunda-feira (29/6), durante o InfoPLD ao vivo (exibido em www.ccee.org.br/aovivo), análise do comportamento das afluências no Sistema Interligado Nacional – SIN em julho e a previsão para agosto. Os altos índices de precipitações, considerados atípicos para a época do ano, colaboraram para a permanência do PLD abaixo do teto estabelecido pela Agência Nacional de Energia – Aneel, fixado em R$ 240,08/MWh no submercado Sudeste/Centro-Oeste. Durante o evento, o gerente de Preço da CCEE, Rodrigo Sacchi, comentou que o comportamento, apesar de atípico para os meses de inverno, já era esperado e possibilitou a entrada sucessiva de frentes frias no Sul, aumentando as afluências na região com reflexos também no Sudeste. “Na primeira quinzena de agosto, não esperamos índices de precipitação na mesma magnitude de julho, mas é possível que os volumes aumentem novamente a partir da segunda quinzena. Nos próximos meses, o El Niño, que está se formando de forma moderada, deve impactar as afluências no Sul”, afirma Sacchi. As afluências observadas em todo o sistema, em julho, ficaram em 156% da média histórica. Os destaques do mês analisado foram os submercados Sudeste e Sul com afluências de 133% e 259% da Média de Longo Termo – MLT, respectivamente.

A Energia Natural Afluente -ENA do Nordeste ficou em 50% da média histórica, enquanto os números do Norte atingiram 85% da MLT. Os níveis dos reservatórios das hidrelétricas também foram destacados durante a apresentação, com ênfase para o Sudeste, que atingiu 37,4% da capacidade ao final do mês frente perante os 36,2% registrados anteriormente. No Nordeste, o índice caiu 3%, ficando em 22,5%. No Norte, mesmo com a manutenção ainda elevada dos valores de armazenamento (75,6%), houve redução de 5 p.p, explicada pelo atraso do fim do período chuvoso na região. O Sul, por sua vez, segue com o maior aumento, atingindo 96,8%, ou 33,4 p.p a mais quando comparado ao mês anterior. Sacchi destacou ainda a revisão extraordinária de carga para o SIN em 2015, antecipada de setembro para agosto, reflexo do comportamento de consumo nos ambientes de contratação livre (-5,3%) e regulado (-1,6%), em julho, na comparação com o consumo no mesmo período do ano passado. “A resposta aos preços elevados do PLD no ACL e ao aumento das tarifas no ACR foi a revisão de carga antes do previsto”, explicou o executivo.
Ainda em relação ao PLD, vale destacar os impactos da redução no consumo e da melhora das afluências no preço para a primeira semana de agosto, que foi fixado em R$ 118/MWh para todos os submercados. “A tendência é que o PLD fique bem abaixo do teto estabelecido pela Aneel até o final do ano”, conclui Sacchi
 
Projeção preliminar do PLD 
Durante o InfoPLD ao vivo, também foi apresentada a projeção preliminar dos 14 meses à frente do PLD que, em razão de um problema no processamento, utilizou dados da penúltima semana de julho. A análise aponta que o PLD deva ficar entre R$ 150/MWh e R$ 70/MWh até o fim de 2015.

Entenda o PLD 

 O PLD é o preço de referência do mercado de curto prazo, utilizado para precificar o que foi gerado e o que foi consumido de energia elétrica por todos os participantes do mercado (que operam no âmbito da CCEE). A CCEE apura mensalmente o total de energia consumido pelos consumidores que compram no Ambiente de Comercialização Livre -ACL e pelos cativos do Ambiente de Contratação Regulado - ACR. Os contratos negociados no mercado livre, fechados entre o comprador e o vendedor (pelos geradores, comercializadores e consumidores livres e especiais) e pagos bilateralmente, também são registrados na CCEE. Por sua vez, no mercado cativo os contratos são fechados em leilões regulados pelo governo, informações também registradas pela CCEE. Caso haja mais consumo ou geração do que os montantes contratuais registrados, essas diferenças são liquidadas mensalmente no mercado spot (à vista ou de curto prazo, como também é conhecido). Todos os devedores (subcontratados) pagam em igual proporção para os credores (sobrecontratados). O valor utilizado para este acerto é o Preço da Liquidação das Diferenças – PLD que é calculado semanalmente pela CCEE e, após Audiência Pública da Aneel - 054/2014 -tem valor teto de R$ 388,48 /MWh e piso de R$30,26/MWh, vigentes a partir da primeira semana operacional de janeiro/2015.

 



Fonte: Redação/ Assessoria
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