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Indústria naval

CBO constrói navios para arrendamento à estatal

15/12/2004 | 00h00

A Companhia Brasileira de Offshore (CBO) planeja ampliar em 2005 a construção de navios de apoio às plataformas da Petrobras. A empresa, controlada pelo grupo Fischer, mantém contrato de afretamento com a estatal incluindo nove embarcações de apoio já em operação. Outros dois navios - um dos quais foi lançado ao mar ontem, o CBO Chiara - serão concluídos no primeiro semestre do ano que vem, com investimentos totais de cerca de US$ 57 milhões, e também alugados à Petrobras.
Do investimento nas duas embarcações, US$ 35,8 milhões serão financiados pelo Fundo de Marinha Mercante (FMM), sendo que US$ 22 milhões já foram liberados. O presidente da CBO, Luiz Maurício Portela, confirmou ontem que a empresa participará das licitações a serem abertas pela Petrobras dentro do programa de renovação da frota de navios de apoio às plataformas de petróleo.
Estão previstas 23 licitações para a construção do mesmo e número de embarcações de apoio, com investimentos de cerca de US$ 300 milhões, informou a assessoria de imprensa da Petrobras. Hoje, há sete embarcações de apoio em construção no Brasil para afretamentos à Petrobras. Esses navios fazem parte do primeiro plano de renovação da frota. No início de 2004, a estatal anunciou a segunda parte do programa com o objetivo de aumentar a participação de navios de apoio de bandeira brasileira para 85% ou 90% até 2008.
A CBO quer garantir uma parte das encomendas dentro desse ambicioso programa. No segundo trimestre do ano, a empresa comprou o estaleiro Ebin, em Niterói (RJ), que havia falido em 1994 e foi reaberto no fim de 2003 pela Teclabor. O Ebin é uma unidade de porte médio, que recebeu investimentos de US$ 2 milhões em sua modernização.
O CBO Chiara, embarcação de 80 metros de comprimento receberá equipamentos, como um guincho importado da Noruega, e será entregue em junho de 2005 com um índice de nacionalização de 50%. O navio será operado pela CBO e alugado à Petrobras em contrato de oito anos e ele será utilizará na Bacia de Campos (RJ).
A outra embarcação, o CBO Guanabara, foi lançada ao mar em junho passado e deverá estar pronta em abril de 2005. Custará US$ 19 milhões, sendo 60% financiado pelo FMM. Será afretada à Petrobras em contrato de dois anos e meio. O secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio, Wagner Victer, disse que o Ebin foi o 17º estaleiro reaberto no Estado, que oferece incentivos fiscais, com diferimento de ICMS, para projetos que visam a substituição da frota de apoio às plataformas. Segundo ele, há empresas construindo navios de apoio mesmo sem contratos de aluguel das embarcações. "As empresas estão correndo o risco", disse. Ele citou várias empresas - Maersk, Brasfels, UP, e Norskan.



Fonte: Valor Econômico
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