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Ceará

Caucaia oferta área de 190 hectares

13/09/2013 | 12h36

 

No sétimo encontro entre os sindicatos da indústria metalmecânica (Simec) e do segmento químico (Sindquímica) do Ceará, realizado ontem (12), o prefeito de Caucaia, Washington Góis, apresentou a proposta de disponibilizar uma área de 190 hectares para a instalação de um condomínio industrial no qual ficassem instaladas empresas dos dois segmentos.
A reunião entre o prefeito e membros dos dois sindicatos aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Segundo divulgou a federação, o prefeito informou que o terreno pertence ao Governo do Estado, mas disse considerar que não haveria empecilhos para que ele fosse usado pelos empresários.
De acordo com o que foi divulgado pela Fiec, Washington Góis se comprometeu a agendar uma reunião entre a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), a Prefeitura de Caucaia e os empresários para tratar do assunto.
Até o momento, já foram feitas reuniões com as administrações municipais de Caucaia, Aquiraz, Horizonte, Pacajus, Itaitinga, Guaiuba e São Gonçalo do Amarante. Estão previstas ainda reuniões com as prefeituras do Eusébio e de Maranguape.
Infraestrutura
Conforme o presidente do Simec, Ricard Pereira, o principal obstáculo para a instalação de empresas no entorno da Capital é a infraestrutura ainda deficiente, havendo deficiência, por exemplo, do fornecimento de água e gás, além de questões ligadas às vias por onde serão transportadas as cargas.
A intenção dos dois sindicatos, reforçou Pereira, é criar uma espécie de condomínio industrial no qual as empresas possam aproveitar estruturas comuns. "Isso barateia os custos e também dá mais segurança. Você pode ter, por exemplo, um refeitório único para as empresas ou uma balança rodoviária única", ilustra.
O presidente do Simec destaca que as reuniões com várias prefeituras não significam que os sindicatos estejam "barganhando" o projeto do condomínio industrial. "Nós queremos ver os interesses de cada um", afirma, acrescentando que as empresas não necessariamente ficarão em uma mesma cidade, podendo escolher o município que considerarem mais adequado para a instalação.
De acordo com a Fiec, há mais de 40 empresários dos dois segmentos interessados no projeto do condomínio industrial, somando investimentos que chegam a R$ 200 milhões.

No sétimo encontro entre os sindicatos da indústria metalmecânica (Simec) e do segmento químico (Sindquímica) do Ceará, realizado ontem (12), o prefeito de Caucaia, Washington Góis, apresentou a proposta de disponibilizar uma área de 190 hectares para a instalação de um condomínio industrial no qual ficassem instaladas empresas dos dois segmentos.


A reunião entre o prefeito e membros dos dois sindicatos aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Segundo divulgou a federação, o prefeito informou que o terreno pertence ao Governo do Estado, mas disse considerar que não haveria empecilhos para que ele fosse usado pelos empresários.


De acordo com o que foi divulgado pela Fiec, Washington Góis se comprometeu a agendar uma reunião entre a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), a Prefeitura de Caucaia e os empresários para tratar do assunto.


Até o momento, já foram feitas reuniões com as administrações municipais de Caucaia, Aquiraz, Horizonte, Pacajus, Itaitinga, Guaiuba e São Gonçalo do Amarante. Estão previstas ainda reuniões com as prefeituras do Eusébio e de Maranguape.



Infraestrutura


Conforme o presidente do Simec, Ricard Pereira, o principal obstáculo para a instalação de empresas no entorno da Capital é a infraestrutura ainda deficiente, havendo deficiência, por exemplo, do fornecimento de água e gás, além de questões ligadas às vias por onde serão transportadas as cargas.


A intenção dos dois sindicatos, reforçou Pereira, é criar uma espécie de condomínio industrial no qual as empresas possam aproveitar estruturas comuns. "Isso barateia os custos e também dá mais segurança. Você pode ter, por exemplo, um refeitório único para as empresas ou uma balança rodoviária única", ilustra.


O presidente do Simec destaca que as reuniões com várias prefeituras não significam que os sindicatos estejam "barganhando" o projeto do condomínio industrial. "Nós queremos ver os interesses de cada um", afirma, acrescentando que as empresas não necessariamente ficarão em uma mesma cidade, podendo escolher o município que considerarem mais adequado para a instalação.


De acordo com a Fiec, há mais de 40 empresários dos dois segmentos interessados no projeto do condomínio industrial, somando investimentos que chegam a R$ 200 milhões.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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