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Tecnologia e Inovação

Carros tipo Fórmula construídos por universitários competem nos EUA

22/04/2013 | 17h08

 

Quarenta estudantes de engenharia do Brasil fazem os últimos ajustes nos três carros Fórmula SAE - um elétrico e dois a combustão - projetados e construídos dentro das faculdades para participarem de duas competições de Engenharia realizadas pela SAE International, em maio e junho, nos EUA. Ao todo 200 carros das Américas, Europa e Ásia participam das competições.
A equipe Fórmula FEI, do Centro Universitário da FEI, participa da Fórmula SAE Michigan, de 8 a 11 de maio, no Brooklyn, Michigan, enquanto as equipes Fórmula UFSM, da Universidade Federal de Santa Maria; e Unicamp E-Racing (elétrico), da Universidade de Campinas, participam da Fórmula SAE Lincoln, de 19 a 22 de junho, em Lincoln, Nebraska.
Fórmula FEI
Denominado RS7, o protótipo construído por universitários da FEI, passou por melhorias na parte dinâmica. O sistema de suspensão ganhou novas mangas de eixo, além de assoalho aerodinâmico, componente que aumenta a aderência ao solo e melhora o equilíbrio do carro em curvas de média e alta velocidade. Outra tecnologia importante é o sistema de telemetria, desenvolvido pela equipe para transmitir informações do carro em tempo real para o box.
O carro pesa 160 kg, atinge velocidade máxima de 125 km/h e faz 8,5 km por litro de E85 (álcool com 15% de gasolina). “A boa relação peso/potência, confiabilidade e manobrabilidade são os pontos mais fortes do nosso carro”, conta o capitão da equipe da FEI, Renato Durães Fontana, estudante de Engenharia Mecânica.
Protótipo elétrico
A Fórmula SAE Lincoln estreará na categoria de carros elétricos com 20 equipes do Brasil, EUA, Áustria e Canadá. O Brasil, que iniciou na categoria em 2012, será representado por 11 estudantes, que compõem a equipe Unicamp E-Racing.
Para a construção do protótipo os estudantes de Campinas optaram pela fibra sintética de aramida na carenagem, material leve e resistente. O carro é movido por motor elétrico composto por 76 baterias de LiFePO4, chegando a 300 volts e 120 CV (85 kilowatts) de potência, limite estabelecido pelo regulamento da SAE International. Com uma carga de 2h nas baterias é possível rodar 25 km. O carro pesa 250 kg e atinge velocidade máxima de 170 km/h.
“Nossas expectativas são muito boas e esperamos vencer”, comenta o capitão da equipe, Diego Moreno Bravo, estudante do 6º ano de Engenharia Mecânica.
Gaúchos
Participante da categoria de veículos movidos a combustão, a equipe Fórmula UFSM, composta por 19 estudantes, competirá em Lincoln com outras 80 equipes do Canadá, México, Japão, Índia e Estados Unidos. Para tentar boa pontuação, os estudantes apostaram no sistema de gerenciamento eletrônico MOTEC 1800, utilizado por equipes de ponta do automobilismo para estabilizar todos os sistemas eletrônicos do carro com base nas necessidades do veículo em movimento.
O protótipo faz 11 km/l de gasolina, atinge velocidade máxima de 180 km/h e pesa 230 kg. “Investimos também no design do veículo, para aliar o aspecto funcional com o visual”, explica o professor Mario Martins, orientador do projeto. Martins destaca a importância acadêmica do projeto Fórmula SAE. “Os estudantes desenvolvem na prática conceitos de várias áreas da Engenharia, o projeto é multidisciplinar”, acrescenta o professor.

Quarenta estudantes de engenharia do Brasil fazem os últimos ajustes nos três carros Fórmula SAE - um elétrico e dois a combustão - projetados e construídos dentro das faculdades para participarem de duas competições de Engenharia realizadas pela SAE International, em maio e junho, nos EUA. Ao todo 200 carros das Américas, Europa e Ásia participam das competições.


A equipe Fórmula FEI, do Centro Universitário da FEI, participa da Fórmula SAE Michigan, de 8 a 11 de maio, no Brooklyn, Michigan, enquanto as equipes Fórmula UFSM, da Universidade Federal de Santa Maria; e Unicamp E-Racing (elétrico), da Universidade de Campinas, participam da Fórmula SAE Lincoln, de 19 a 22 de junho, em Lincoln, Nebraska.



Fórmula FEI


Denominado RS7, o protótipo construído por universitários da FEI, passou por melhorias na parte dinâmica. O sistema de suspensão ganhou novas mangas de eixo, além de assoalho aerodinâmico, componente que aumenta a aderência ao solo e melhora o equilíbrio do carro em curvas de média e alta velocidade. Outra tecnologia importante é o sistema de telemetria, desenvolvido pela equipe para transmitir informações do carro em tempo real para o box.


O carro pesa 160 kg, atinge velocidade máxima de 125 km/h e faz 8,5 km por litro de E85 (álcool com 15% de gasolina). “A boa relação peso/potência, confiabilidade e manobrabilidade são os pontos mais fortes do nosso carro”, conta o capitão da equipe da FEI, Renato Durães Fontana, estudante de Engenharia Mecânica.



Protótipo elétrico


A Fórmula SAE Lincoln estreará na categoria de carros elétricos com 20 equipes do Brasil, EUA, Áustria e Canadá. O Brasil, que iniciou na categoria em 2012, será representado por 11 estudantes, que compõem a equipe Unicamp E-Racing.


Para a construção do protótipo os estudantes de Campinas optaram pela fibra sintética de aramida na carenagem, material leve e resistente. O carro é movido por motor elétrico composto por 76 baterias de LiFePO4, chegando a 300 volts e 120 CV (85 kilowatts) de potência, limite estabelecido pelo regulamento da SAE International. Com uma carga de 2h nas baterias é possível rodar 25 km. O carro pesa 250 kg e atinge velocidade máxima de 170 km/h.


“Nossas expectativas são muito boas e esperamos vencer”, comenta o capitão da equipe, Diego Moreno Bravo, estudante do 6º ano de Engenharia Mecânica.



Gaúchos


Participante da categoria de veículos movidos a combustão, a equipe Fórmula UFSM, composta por 19 estudantes, competirá em Lincoln com outras 80 equipes do Canadá, México, Japão, Índia e Estados Unidos. Para tentar boa pontuação, os estudantes apostaram no sistema de gerenciamento eletrônico MOTEC 1800, utilizado por equipes de ponta do automobilismo para estabilizar todos os sistemas eletrônicos do carro com base nas necessidades do veículo em movimento.


O protótipo faz 11 km/l de gasolina, atinge velocidade máxima de 180 km/h e pesa 230 kg. “Investimos também no design do veículo, para aliar o aspecto funcional com o visual”, explica o professor Mario Martins, orientador do projeto. Martins destaca a importância acadêmica do projeto Fórmula SAE. “Os estudantes desenvolvem na prática conceitos de várias áreas da Engenharia, o projeto é multidisciplinar”, acrescenta o professor.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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