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Energia

Capacidade eólica deve mais que dobrar no país

25/03/2013 | 15h01

 

O Brasil pode dar um verdadeiro salto na capacidade de geração eólica. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o país iniciou 2013 com 108 usinas dessa fonte e uma potência de aproximadamente 2,5 mil MW. Até o final do ano, esse número deverá subir para algo em torno de 6 mil MW (mais do que toda a demanda de energia do Rio Grande do Sul).
As projeções constam no Boletim Mensal de Dados do Setor Eólico (março/2013). Conforme o documento, um dos fatos que explica esse crescimento são as contratações já realizadas nos leilões regulados e no mercado livre. O levantamento aponta ainda que o mês de março se iniciou com 2.583,8 MW de potência eólica instalada, distribuída em 111 parques eólicos, representando um crescimento de cerca de 3% de potência e de três parques em relação ao começo de janeiro. Em comparação com as outras fontes, a eólica possui uma participação de 2% dentro da matriz elétrica nacional.
A presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Melo, salienta que a energia eólica tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Um dos motivos para isso é o custo competitivo dessa geração que, atualmente, perde apenas para a hidreletricidade proveniente de complexos de grande porte. Elbia calcula que, até o final de 2017, a fonte atinja uma participação de 5,5% na matriz elétrica brasileira.
Segundo a ABEEólica, neste mês de março, o Rio Grande do Sul registra 14 parques eólicos em funcionamento, que totalizam 440 MW de potência instalada. Isso coloca o estado em terceiro lugar no ranking nacional, sendo superado pelo Ceará (19 usinas e 588,8 MW) e Rio Grande do Norte (25 complexos e 727,2 MW). Já quanto a empreendimentos em construção, o Rio Grande do Sul também ocupa a terceira colocação, com 27 projetos, que somarão 642,8 MW eólicos. A região é superada pela Bahia (28 unidades e 886,6 MW) e, novamente, pelo Rio Grande do Norte (44 estruturas e 1.171,4 MW).
O diretor da Siclo Consultoria em Energia Paulo Milano acredita que a posição do Rio Grande do Sul é adequada. Ele ressalta que o Nordeste possui uma maior constância de ventos e por isso sua média de produção eólica é superior. Além disso, há fortes incentivos para a concretização desses empreendimentos. “O terceiro lugar é muito bom, temos que torcer para não perder essa colocação”, aponta Milano.

O Brasil pode dar um verdadeiro salto na capacidade de geração eólica. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o país iniciou 2013 com 108 usinas dessa fonte e uma potência de aproximadamente 2,5 mil MW. Até o final do ano, esse número deverá subir para algo em torno de 6 mil MW (mais do que toda a demanda de energia do Rio Grande do Sul).


As projeções constam no Boletim Mensal de Dados do Setor Eólico (março/2013). Conforme o documento, um dos fatos que explica esse crescimento são as contratações já realizadas nos leilões regulados e no mercado livre. O levantamento aponta ainda que o mês de março se iniciou com 2.583,8 MW de potência eólica instalada, distribuída em 111 parques eólicos, representando um crescimento de cerca de 3% de potência e de três parques em relação ao começo de janeiro. Em comparação com as outras fontes, a eólica possui uma participação de 2% dentro da matriz elétrica nacional.


A presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Melo, salienta que a energia eólica tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Um dos motivos para isso é o custo competitivo dessa geração que, atualmente, perde apenas para a hidreletricidade proveniente de complexos de grande porte. Elbia calcula que, até o final de 2017, a fonte atinja uma participação de 5,5% na matriz elétrica brasileira.


Segundo a ABEEólica, neste mês de março, o Rio Grande do Sul registra 14 parques eólicos em funcionamento, que totalizam 440 MW de potência instalada. Isso coloca o estado em terceiro lugar no ranking nacional, sendo superado pelo Ceará (19 usinas e 588,8 MW) e Rio Grande do Norte (25 complexos e 727,2 MW). Já quanto a empreendimentos em construção, o Rio Grande do Sul também ocupa a terceira colocação, com 27 projetos, que somarão 642,8 MW eólicos. A região é superada pela Bahia (28 unidades e 886,6 MW) e, novamente, pelo Rio Grande do Norte (44 estruturas e 1.171,4 MW).


O diretor da Siclo Consultoria em Energia Paulo Milano acredita que a posição do Rio Grande do Sul é adequada. Ele ressalta que o Nordeste possui uma maior constância de ventos e por isso sua média de produção eólica é superior. Além disso, há fortes incentivos para a concretização desses empreendimentos. “O terceiro lugar é muito bom, temos que torcer para não perder essa colocação”, aponta Milano.



Fonte: Jornal do Commercio
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