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Combustíveis

Câmbio e petróleo podem provocar aumento da gasolina

22/11/2012 | 10h15

 

A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta quarta-feira que ainda não há decisão da estatal sobre um possível aumento no preço da gasolina em 2012, mas não descartou um reajuste.
“A depender do comportamento de [preço do petróleo] Brent e de câmbio, a necessidade [de reajuste] se torna mais premente. Mas hoje a fotografia do caixa da empresa e dos investimentos está absolutamente harmonizada”, disse após receber homenagem da Câmara dos Deputados nesta tarde, em Brasília.
“Não está descartado aumento de combustível, definitivamente não”, declarou, acrescentando que não há estimativa de quanto seria necessário repassar ao consumidor.
Graça Foster afirmou que a Petrobras trabalha com um “mix de produtos” e que “a situação está absolutamente sob controle”. Ela destacou a recuperação da capacidade de produção da estatal, que segundo ela, já trabalha há quatro dias com uma produção diária de mais de dois milhões de barris.
“Saímos de intensas paradas programadas para ter estabilidade na produção. Em dezembro, nós teremos uma média ligeiramente superior a mais de dois milhões de barris por dia. Nós paramos para melhorar a nossa performance”, defendeu.

A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta quarta-feira que ainda não há decisão da estatal sobre um possível aumento no preço da gasolina em 2012, mas não descartou um reajuste.


“A depender do comportamento de [preço do petróleo] Brent e de câmbio, a necessidade [de reajuste] se torna mais premente. Mas hoje a fotografia do caixa da empresa e dos investimentos está absolutamente harmonizada”, disse após receber homenagem da Câmara dos Deputados nesta tarde, em Brasília.


“Não está descartado aumento de combustível, definitivamente não”, declarou, acrescentando que não há estimativa de quanto seria necessário repassar ao consumidor. Graça Foster afirmou que a Petrobras trabalha com um “mix de produtos” e que “a situação está absolutamente sob controle”. Ela destacou a recuperação da capacidade de produção da estatal, que segundo ela, já trabalha há quatro dias com uma produção diária de mais de dois milhões de barris.


“Saímos de intensas paradas programadas para ter estabilidade na produção. Em dezembro, nós teremos uma média ligeiramente superior a mais de dois milhões de barris por dia. Nós paramos para melhorar a nossa performance”, defendeu.

 



Fonte: Valor Econômico
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