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Pesquisa

Cai a perspectiva de fusões e aquisições no setor de petróleo e gás

23/07/2012 | 12h35

 

A sexta pesquisa Global Capital Confidence Barometer, da Ernst & Young, constatou que, apesar dos preços elevados do petróleo, maior facilidade de acesso a capital, otimismo econômico e ambiente favorável para negócios e transações, os executivos das empresas do setor estão cautelosos em relação à participação em fusões e aquisições. Apenas 31% dos 141 executivos entrevistados em abril disseram que esperavam tentar realizar uma aquisição nos próximos 12 meses, uma baixa em relação aos 48% em outubro de 2011, e a menor porcentagem desde o início da pesquisa em 2009.
Já o número de empresas que pretendem vender ativos aumentou mais de 27% - uma clara indicação de que as empresas estão considerando gestão de carteiras e nova ênfase sobre sua atividade principal uma prioridade.
“Ainda que os executivos do setor de petróleo e gás estejam mais confiantes, estão também cautelosos em relação a fusões e aquisições. As perspectivas econômicas continuam incertas e a instabilidade geopolítica continua sendo uma preocupação”, comenta Beth Ramos, sócia líder de petróleo e gás.
Mais da metade dos executivos do setor entrevistados acham que a economia global está melhorando, mais que o dobro dos 22% dos pesquisados em outubro de 2011. Isto é confirmado pela atual percepção positiva sobre rendimentos corporativos e crescimento econômico e de emprego, com 91% das empresas de petróleo e gás esperando manter ou aumentar a sua atual força de trabalho nos próximos 12 meses.

A sexta pesquisa Global Capital Confidence Barometer, da Ernst & Young, constatou que, apesar dos preços elevados do petróleo, maior facilidade de acesso a capital, otimismo econômico e ambiente favorável para negócios e transações, os executivos das empresas do setor estão cautelosos em relação à participação em fusões e aquisições. Apenas 31% dos 141 executivos entrevistados em abril disseram que esperavam tentar realizar uma aquisição nos próximos 12 meses, uma baixa em relação aos 48% em outubro de 2011, e a menor porcentagem desde o início da pesquisa em 2009.


Já o número de empresas que pretendem vender ativos aumentou mais de 27% - uma clara indicação de que as empresas estão considerando gestão de carteiras e nova ênfase sobre sua atividade principal uma prioridade.


“Ainda que os executivos do setor de petróleo e gás estejam mais confiantes, estão também cautelosos em relação a fusões e aquisições. As perspectivas econômicas continuam incertas e a instabilidade geopolítica continua sendo uma preocupação”, comenta Beth Ramos, sócia líder de petróleo e gás.


Mais da metade dos executivos do setor entrevistados acham que a economia global está melhorando, mais que o dobro dos 22% dos pesquisados em outubro de 2011. Isto é confirmado pela atual percepção positiva sobre rendimentos corporativos e crescimento econômico e de emprego, com 91% das empresas de petróleo e gás esperando manter ou aumentar a sua atual força de trabalho nos próximos 12 meses.

 



Fonte: Redação
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